As trafulhices de Trump com a ajuda de Witkoff e do seu genro Jared Kushner!
Pedi à IA para me dar uma ajuda e evitar que vos pudesse contar algumas coisas menos verdadeiras. Eis o resultado:
O consórcio comprador não é composto pela família Trump, mas sim por:Todd Boehly: O investidor bilionário norte-americano (conhecido por ter sido coproprietário do Chelsea FC) que lidera o consórcio e doou milhões de dólares para campanhas associadas ao movimento MAGA de Trump.
O Governo dos EUA: Através da agência federal International Development Finance Corporation (DFC), que planeia assumir uma participação acionista de cerca de 15% na nova empresa sem investimento inicial de capital. Os lucros gerados por esta parte irão diretamente para os cofres do Tesouro americano. Juntos, Boehly e o governo dos EUA controlariam a maioria do conselho de administração da nova entidade.
Investidores do Médio Oriente: Fundos soberanos e bilionários dos Emirados Árabes Unidos (EAU) e do Catar, que financiarão a maior parte do capital para a compra.
2. Onde entram a família e os amigos de Trump? (A controvérsia)
A polémica não reside numa posse direta de ações por parte de Trump, mas sim nas ligações financeiras e pessoais cruzadas entre os enviados de Trump nas negociações de paz com a Rússia (Jared Kushner e Steve Witkoff) e os investidores árabes do consórcio: A ligação ao Sheikh Tahnoon (EAU): O Sheikh Tahnoon bin Zayed Al Nahyan controla a International Holding Company (IHC), que faz parte do consórcio de compra da Lukoil.
Simultaneamente, empresas controladas por este mesmo Sheikh compraram participações massivas na World Liberty Financial, a empresa de criptomoedas cofundada por Steve Witkoff e gerida pelos filhos de Trump (Donald Trump Jr. e Barron Trump), gerando centenas de milhões de dólares para a família. Além disso, o Sheikh é o maior investidor no fundo de investimento privado do genro de Trump, Jared Kushner.
A ligação aos Irmãos Al-Khayyat (Catar): Os irmãos bilionários Ramez e Moutaz Al-Khayyat integram o consórcio petrolífero e, ao mesmo tempo, são parceiros de negócios diretos de Jared Kushner e Ivanka Trump num projeto de resorts de luxo na Albânia.
3. A ligação diplomática com a Guerra na Ucrânia
Segundo as fontes diplomáticas, as negociações para a venda destes ativos da Lukoil misturaram-se diretamente com os canais diplomáticos da Casa Branca. Numa reunião no Kremlin, os enviados norte-americanos utilizaram a aprovação deste negócio multimilionário e o potencial descongelamento de ativos soberanos russos como incentivos económicos para tentar persuadir Vladimir Putin a aceitar um cessar-fogo limitado na Ucrânia.
O negócio já recebeu os contornos principais, mas a sua conclusão formal ainda depende da validação e licenciamento final por parte do gabinete regulatório de sanções do Departamento do Tesouro dos EUA (OFAC) e da aprovação política final do Kremlin.
1. O Papel da DFC (International Development Finance Corporation)
A DFC é uma agência pública do governo federal dos EUA criada em 2019 com o objetivo original de financiar projetos de desenvolvimento no estrangeiro e combater a influência económica da China. No negócio da Lukoil, a DFC assumiu um papel inédito e altamente estratégico:
Lucro para o Tesouro dos EUA: Os contornos da negociação definidos por Kushner e Witkoff integraram a DFC no consórcio privado (liderado pelo bilionário Todd Boehly). A agência garantiu que os EUA receberão um pagamento inicial substancial (upfront payment) e uma participação nos lucros futuros gerados pelos ativos petrolíferos. Este dinheiro irá diretamente para os cofres públicos americanos.
Controlo Governamental sem Investimento: A DFC ficará com uma participação acionista de cerca de 15% na nova entidade gestora. Juntamente com Boehly, o governo norte-americano passará a controlar a maioria do conselho de administração da empresa, assegurando um controlo político e estratégico sobre infraestruturas energéticas cruciais (como refinarias europeias na Bulgária e nos Países Baixos).
Justificação Oficial: A agência defende a sua participação afirmando que a operação serve para "fortalecer a segurança energética dos aliados dos EUA", baixar os preços globais dos combustíveis e retirar o controlo de infraestruturas estratégicas das mãos de potências adversárias.
2. O Negócio nas Negociações com a Ucrânia
O plano de venda da Lukoil deixou de ser uma mera transação corporativa e passou a ser usado ativamente pelos emissários da Casa Branca como um incentivo económico direto oferecido a Moscovo em troca da paz na Ucrânia.
Durante uma reunião no Kremlin no dia 5 de setembro de 2026, foi o próprio Vladimir Putin quem colocou formalmente o negócio da Lukoil em cima da mesa. O plano norte-americano consistia em apresentar três grandes contrapartidas económicas à Rússia para selar um cessar-fogo limitado:
A aprovação da venda dos ativos da Lukoil (com o levantamento imediato das sanções dos EUA sobre os mesmos);
O descongelamento de milhares de milhões de dólares de ativos soberanos russos retidos no Ocidente;
A autorização para a Bielorrússia voltar a exportar potássio.
A Reação da Ucrânia: Surpresa, Exigências e Tensão:
A reação de Kiev ao plano oscilou entre a surpresa diplomática e uma forte crítica pública:Choque com a cedência de Trump: Segundo o The New York Times, as autoridades ucranianas ficaram profundamente surpreendidas com o nível de concessões que Kushner e Witkoff estavam dispostos a oferecer diretamente a Moscovo no início das negociações.
Tentativa de Salvaguardas:
Kiev optou por não rejeitar liminarmente as propostas para não fechar as portas ao diálogo, mas exigiu contrapartidas rígidas. A Ucrânia propôs que qualquer descongelamento de fundos russos fosse compensado com pagamentos em dólares de valor equivalente a favor da própria Ucrânia, ou por garantias vinculativas de assistência militar adicional caso a Rússia violasse o cessar-fogo.
Ataques às Refinarias e Fricção Direta:
O ambiente azedou drasticamente na segunda semana de outubro de 2026. A Ucrânia manteve a sua estratégia de atacar refinarias de petróleo no interior da Rússia como forma de enfraquecer o exército russo. Em resposta, Trump atacou duramente Volodymyr Zelensky, afirmando publicamente que a Ucrânia estava a causar um "problema mundial" com os ataques e que devia "arranjar um novo presidente".
Zelensky contra a "Cortina de Fumo":
O presidente ucraniano classificou o negócio do gasóleo e a venda da Lukoil como uma "cortina de fumo", argumentando que permitir que a Rússia continue a comercializar os seus produtos petrolíferos apenas serve para prolongar e financiar a guerra no território ucraniano.
O plano continua a avançar na mesa de negociações e a sua concretização final nos próximos dias irá determinar se os EUA conseguem forçar o acordo de de-escalada ou se o conflito sofrerá uma rutura ainda maior.
