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domingo, 11 de outubro de 2026

Trumpalhices e dólares na sua conta!

As trafulhices de Trump com a ajuda de Witkoff e do seu genro Jared Kushner!

Pedi à IA para me dar uma ajuda e evitar que vos pudesse contar algumas coisas menos verdadeiras. Eis o resultado:

Não é verdade que Donald Trump ficará com 5% da propriedade da nova empresa, nem que ela será comprada diretamente pelos seus familiares ou amigos. Investigações jornalísticas detalhadas de meios como o The New York Times revelam que nem a família Trump nem os seus conselheiros têm uma participação financeira direta na transação.

O que a investigação demonstrou foi uma complexa teia de conflitos de interesses, onde os parceiros de negócios privados da família Trump e dos seus enviados diplomáticos são os principais investidores do consórcio que vai comprar os ativos da petrolífera russa.

O negócio consiste na compra do valioso portfólio de ativos internacionais da petrolífera russa Lukoil, avaliados em cerca de 20 mil milhões de dólares. Estes ativos incluem concessões de extração de petróleo nos Camarões e no Iraque, refinarias na Bulgária, Roménia e Países Baixos, e redes de postos de combustível na Europa e nos EUA (como em Nova Jérsia). A venda ocorre porque as sanções económicas tornaram estes ativos quase inúteis para a gestão na Rússia.


A estrutura exata e os contornos políticos do negócio envolvem os seguintes pontos:

1. Quem são os verdadeiros compradores?

O consórcio comprador não é composto pela família Trump, mas sim por:Todd Boehly: O investidor bilionário norte-americano (conhecido por ter sido coproprietário do Chelsea FC) que lidera o consórcio e doou milhões de dólares para campanhas associadas ao movimento MAGA de Trump.

O Governo dos EUA: Através da agência federal International Development Finance Corporation (DFC), que planeia assumir uma participação acionista de cerca de 15% na nova empresa sem investimento inicial de capital. Os lucros gerados por esta parte irão diretamente para os cofres do Tesouro americano. Juntos, Boehly e o governo dos EUA controlariam a maioria do conselho de administração da nova entidade.
Investidores do Médio Oriente: Fundos soberanos e bilionários dos Emirados Árabes Unidos (EAU) e do Catar, que financiarão a maior parte do capital para a compra.
2. Onde entram a família e os amigos de Trump? (A controvérsia)
A polémica não reside numa posse direta de ações por parte de Trump, mas sim nas ligações financeiras e pessoais cruzadas entre os enviados de Trump nas negociações de paz com a Rússia (Jared Kushner e Steve Witkoff) e os investidores árabes do consórcio: A ligação ao Sheikh Tahnoon (EAU): O Sheikh Tahnoon bin Zayed Al Nahyan controla a International Holding Company (IHC), que faz parte do consórcio de compra da Lukoil.

Simultaneamente, empresas controladas por este mesmo Sheikh compraram participações massivas na World Liberty Financial, a empresa de criptomoedas cofundada por Steve Witkoff e gerida pelos filhos de Trump (Donald Trump Jr. e Barron Trump), gerando centenas de milhões de dólares para a família. Além disso, o Sheikh é o maior investidor no fundo de investimento privado do genro de Trump, Jared Kushner.

A ligação aos Irmãos Al-Khayyat (Catar): Os irmãos bilionários Ramez e Moutaz Al-Khayyat integram o consórcio petrolífero e, ao mesmo tempo, são parceiros de negócios diretos de Jared Kushner e Ivanka Trump num projeto de resorts de luxo na Albânia.

3. A ligação diplomática com a Guerra na Ucrânia
Segundo as fontes diplomáticas, as negociações para a venda destes ativos da Lukoil misturaram-se diretamente com os canais diplomáticos da Casa Branca. Numa reunião no Kremlin, os enviados norte-americanos utilizaram a aprovação deste negócio multimilionário e o potencial descongelamento de ativos soberanos russos como incentivos económicos para tentar persuadir Vladimir Putin a aceitar um cessar-fogo limitado na Ucrânia.

O negócio já recebeu os contornos principais, mas a sua conclusão formal ainda depende da validação e licenciamento final por parte do gabinete regulatório de sanções do Departamento do Tesouro dos EUA (OFAC) e da aprovação política final do Kremlin.

1. O Papel da DFC (International Development Finance Corporation)
A DFC é uma agência pública do governo federal dos EUA criada em 2019 com o objetivo original de financiar projetos de desenvolvimento no estrangeiro e combater a influência económica da China. No negócio da Lukoil, a DFC assumiu um papel inédito e altamente estratégico:

Lucro para o Tesouro dos EUA: Os contornos da negociação definidos por Kushner e Witkoff integraram a DFC no consórcio privado (liderado pelo bilionário Todd Boehly). A agência garantiu que os EUA receberão um pagamento inicial substancial (upfront payment) e uma participação nos lucros futuros gerados pelos ativos petrolíferos. Este dinheiro irá diretamente para os cofres públicos americanos.

Controlo Governamental sem Investimento: A DFC ficará com uma participação acionista de cerca de 15% na nova entidade gestora. Juntamente com Boehly, o governo norte-americano passará a controlar a maioria do conselho de administração da empresa, assegurando um controlo político e estratégico sobre infraestruturas energéticas cruciais (como refinarias europeias na Bulgária e nos Países Baixos).

Justificação Oficial: A agência defende a sua participação afirmando que a operação serve para "fortalecer a segurança energética dos aliados dos EUA", baixar os preços globais dos combustíveis e retirar o controlo de infraestruturas estratégicas das mãos de potências adversárias.

2. O Negócio nas Negociações com a Ucrânia
O plano de venda da Lukoil deixou de ser uma mera transação corporativa e passou a ser usado ativamente pelos emissários da Casa Branca como um incentivo económico direto oferecido a Moscovo em troca da paz na Ucrânia.

Durante uma reunião no Kremlin no dia 5 de setembro de 2026, foi o próprio Vladimir Putin quem colocou formalmente o negócio da Lukoil em cima da mesa. O plano norte-americano consistia em apresentar três grandes contrapartidas económicas à Rússia para selar um cessar-fogo limitado:

A aprovação da venda dos ativos da Lukoil (com o levantamento imediato das sanções dos EUA sobre os mesmos);
O descongelamento de milhares de milhões de dólares de ativos soberanos russos retidos no Ocidente;
A autorização para a Bielorrússia voltar a exportar potássio.

A Reação da Ucrânia: Surpresa, Exigências e Tensão:

A reação de Kiev ao plano oscilou entre a surpresa diplomática e uma forte crítica pública:Choque com a cedência de Trump: Segundo o The New York Times, as autoridades ucranianas ficaram profundamente surpreendidas com o nível de concessões que Kushner e Witkoff estavam dispostos a oferecer diretamente a Moscovo no início das negociações.

Tentativa de Salvaguardas:

Kiev optou por não rejeitar liminarmente as propostas para não fechar as portas ao diálogo, mas exigiu contrapartidas rígidas. A Ucrânia propôs que qualquer descongelamento de fundos russos fosse compensado com pagamentos em dólares de valor equivalente a favor da própria Ucrânia, ou por garantias vinculativas de assistência militar adicional caso a Rússia violasse o cessar-fogo.

Ataques às Refinarias e Fricção Direta:

O ambiente azedou drasticamente na segunda semana de outubro de 2026. A Ucrânia manteve a sua estratégia de atacar refinarias de petróleo no interior da Rússia como forma de enfraquecer o exército russo. Em resposta, Trump atacou duramente Volodymyr Zelensky, afirmando publicamente que a Ucrânia estava a causar um "problema mundial" com os ataques e que devia "arranjar um novo presidente".

Zelensky contra a "Cortina de Fumo":

O presidente ucraniano classificou o negócio do gasóleo e a venda da Lukoil como uma "cortina de fumo", argumentando que permitir que a Rússia continue a comercializar os seus produtos petrolíferos apenas serve para prolongar e financiar a guerra no território ucraniano.

O plano continua a avançar na mesa de negociações e a sua concretização final nos próximos dias irá determinar se os EUA conseguem forçar o acordo de de-escalada ou se o conflito sofrerá uma rutura ainda maior.

sábado, 29 de agosto de 2026

Notícias contraditórias!

 Ontem, disseram-me que a gasolina (ou os combustíveis) voltaria a subir na próxima segunda-feira. Hoje, nas notícias que estive a seguir na TV, já informaram que vai descer. Embora com números diferentes em cada canal, disseram que o gasóleo vai descer bastante e a gasolina subir um pouquinho. A ser verdade ficarão, mais coisa menos coisa, ao mesmo preço. Tal e qual como era na República Federal da Alemanha (Bundesrepublik Deutschland), quando lá vivi, em 1970/1971.

Serão 2€ por litros, mais cêntimo menos cêntimo, de um ou de outro, por isso aconselho aos utilizadores do gasóleo para mudar de carro, logo que possam, pois os que andam a gasolina são mais baratos e poluem menos. O planeta Terra está a ser sufocado pelos gases com efeito de estufa e quanto menos fizermos para mudar esse estado de coisas, mais depressa atingiremos os limites.

E depois, acontecem aqueles desastres, como o do Tibete, os grandes fogos na Califórnia, Espanha ou França que ninguém consegue conter. Com a monumental seca que aflige toda a Europa, bastou um dia de chuva para criar enormes problemas em Itália, há alguns dias. Esperem pelas chuvas de Outono e verão a fúria com que atacarão as zonas despidas de vegetação por causa dos fogos de verão.

Preços da última semana, na Bolsa de Paris

As birras do Trump continuam a criar problemas a toda a gente, fazendo oscilar o preço do petróleo ao sabor dos especuladores que têm vivido numa euforia de ganhos, desde Fevereiro deste ano de 2026. A última cotação do Brent é de 89.37€ e já esteve nos 96€, há poucos dias, por isso há razões para o governo mandar baixar or preços.

Para evitar a especulação, o governo deveria fixar os preços, até as coisas acalmarem, mas o nosso PM está muito mais virado para o outro lado. Liberalização total, a guerra entre a Oferta e a Procura que estabelecerão o preço mais certo. Mas só em teoria, pois na prática os especuladores fazem o preço oscilar para o lado que mais lhe convém.

Tal e qual como acontece, agora, no Douro, chegou a hora das vindimas e ninguém quer as uvas. Pelo menos é isso que puseram a circular na Comunicação Social e os viticultores do Douro já fazem contas à vida, pois a ser verdade - e eu desconfio que não é - serão obrigados a vender abaixo do preço de custo e arcar com o prejuízo. Alguns podem até decidir nem vindimar as uvas este ano!

Havendo excesso de vinho no mercado, os preços tenderão a descer e isso não agrada nada aos especuladores que já estão a vender as boxes de 5 litros acima de 8 euros, quando ainda há pouco tempo, custavam apenas 5€!

O fundo do poço!

Isto está tão mau, mas tão mau mesmo que, a partir daqui só pode melhorar! Isto é o que se pode dizer "um pensamento positivo", ma...