quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Mais um dia não!

 Ontem, saí de casa muito cedo! Fui passear o meu irmão Joaquim que insiste em me fazer sair de casa e aproveitar a borla de reformado nos transportes públicos, de maneira a evitar ficar em casa a pensar na morte da bezerra. Foi um dia não no meu ritmo de publicações.

Transportes à cunha, dificuldade em conseguir um lugar sentado e regressar a casa, ao fim da tarde, tão cansado como se tivesse ido a Fátima a pé. A única vantagem parece ser o dia de folga que damos às nossas cozinheiras com quem vivemos sem outras companhias. Sei que a minha agradece e se limita a café e torradas, sempre que eu não almoço em casa. Tirando isso é um sacrifício, não sei se agradeça ao meu irmão ou se será ele a ter que me agradecer por lhe arranjar uma desculpa para sair de casa.

Entretanto, fico contente por ver que o Blogger, finalmente, conseguiu pôr as actualizações em dia e já conseguimos saber quem e quando publica, de modo a não perdermos pitada nem perder tempo à procura daquilo que pode nem existir. Haja Deus!

Em Portugal, estamos na fase de discussão do OE e adivinham-se lutas e alianças de um lado e outro do espectro político e só tenho a certeza de uma coisa, vai ficar tudo na mesma. Os preços das casas, assim como do aluguer, fora do alcance do comum dos portugueses e a inflação a ajudar a comer os poucos ganhos de cada um. Se o custo dos combustíveis é culpa do Putin e do seu amigo Trump, já a luta contra os efeitos indesejáveis caberia ao nosso PM, Luís Montenegro, e aos seus ministros, mas não os vejo interessados na questão.

E isso representa um problema sério para nós eleitores, pois não querendo votar nele nem no PS, em próximas eleições, ficamos sem grande alternativa. Fala-se que o Mário Centeno anda a pensar em fundar um novo partido, mas não sei que ideologia estará por trás dele. Sempre o vi ligado ao António Costa e ao PS e não sei se era apenas para apanhar boleia e entrar na política. Se for o caso, ele pode aparecer com ideias mais liberais e que cativem a dita classe média. Aqueles que têm algum receio de votar no CHEGA teriam aí uma nova alternativa.

Lá fora, fala-se na intensificação da guerra na Ucrânia e no envio de tropas norte-coreanas para ajudar a Rússia. Imagino que o Putin se começa a sentir pressionado pela opinião pública, por força do aumento da despesa com a guerra e do recrutamento, mais ou menos forçado de mais jovens russos para abastecer a linha da frente que é um autêntico matadouro (há quem afirme que a média de baixas é de mil por dia).

A Coreia do Norte, lê-se nas notícias, terá enviado oito mil homens em troca de bens de consumo e apoio tecnológico, seja lá isso o que for, e o presidente da Ucrânia já deu a entender que não aprova a medida e vai dar instruções aos seus generais para os eliminar rapidamente. Se possível aprisionando-os e entregando-os à Coreia do Sul para os tornar homens livres, mas se isso se tornar impossível fazê-los em carne picada, para dar uma lição ao "rapaz malcriado", neto de Kim Il Sung que hoje governa o país.

E assim vai o mundo, cada vez mais complicado e preocupado com aquilo que a SI (a AI do Trump) pode fazer ao nosso mundo. Se estávamos à espera que essas tecnologias viessem tornar a nossa vidinda mais fácil bem enganados fomos. Dizia-se no meu tempo de trabalhador que as máquinas viriam fazer o trabalho pesado por nós e poderíamos ficar sentadinhos numa cadeira confortável de comando na mão para as controlar. Agora já se fala em criar legislação que obrigue a estabelecer uma percentagem de postos de trabalho reservados para "humanos", ficando os "humanóides" com o resto.

Ontem, em Washington, Donald Trump reuniu com os CEO's das grandes empresas de tecnologia para combinar com eles as linhas com que se devem coser. Mas sempre com a preocupação de não se deixarem ultrapassar pela China, nem correr o risco de as empresas de tecnologia da China ganharem algum avanço às americanas. Acredito que o presidente dos EUA lhes deve ter deixado perceber que não devem olhar a meios, se houver algum risco de isso acontecer.

Um verdadeiro mundo-cão, se é que sabem o que isso quer dizer!

Mais um dia não!

 Ontem, saí de casa muito cedo! Fui passear o meu irmão Joaquim que insiste em me fazer sair de casa e aproveitar a borla de reformado nos t...