segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Publicação 3 em 1!

Hoje, não posso evitar mencionar o meu Benfica que foi muito mal tratado no Estádio do Dragão. Perdeu por 3 a 1 com uma expulsão pelo meio e muitas faltas, ora não, ora mal assinaladas. Mais uma vez se pode dizer que o relvado estava inclinado, pelo menos uns 20º. Para não exagerar nas palavras, acho que o árbitro estava com medo dos ânimos sobreaquecidos da assistência.

Não digo que o FCP não conseguisse ganhar o jogo e reconheço o valor da sua equipa, muito mais incisiva que a do SLB, mas jogar o jogo quase todo com menos um jogador e com os adversários a fazer pontaria às canelas do adversário a coisa não é fácil. Tal como no tempo do Sérgio "arruaceiro" Conceição, parece haver jogadores que são treinados para agredir fisicamente o adversário. O Gabri Veiga, o William Gomes e o Alberto Costa são o exemplo mais marcante.

O treinador Farioli, além do presidente da direcção, conseguiu juntar um lote de jogadores melhor, poderia dizer muito melhor, do que aquilo que foi conseguido pelo adversário mais directo de Lisboa. Acresce ainda que a mudança de treinador, ou a sua continuidade, pode ser também um grande trunfo para começar bem a época e o atraso de 5 pontos do Benfica, à sétima jornada, mostra bem essa diferença.

O segundo item desta publicação tem a ver os grandes cromos da política mundial, Trump e Putin, e a situação decorrente da guerra que eles sustentam, quer na Ucrânia, quer na zona do Golfo Pérsico. Os povos que eles governam começam a ficar saturados de tudo que vêem acontecer à sua volta. Os milhares de mortos ou estropiados, o declínio das suas economias, o aumento da dívida pública, além da relação tensa com países com quem viviam em paz, são o espelho vivo dessa negra realidade.

No que respeita à Rússia e ao seu envolvimento na guerra da Ucrânia, os bombardeamentos aproximaram-se da capital, durante este fim de semana, e a população começa a viver uma situação que só era conhecida dos ucranianos, viver com medo que a casa lhes caia em cima a qualquer momento e acordem junto a S. Pedro para fazer as contas à vida terrena. A guerra está, finalmente, a entrar-lhes pela casa adentro e só há um culpado por essas situação.

O aumento dos combustíveis e de todos os bens de consumo tornaram-lhes a vida num inferno, ao mesmo tempo que os responsáveis por isso, mencionados acima, se fartam de ganhar dinheiro e vêem as suas fortunas crescerem a olhos vistos. O Trump ainda tem mais dois anos e dois meses para nos infernizar a vida, o outro foi, ontem, a votos e viu o seu governo validado por mais uns anitos. Só uma reviravolta muito grande na Rússia o afastará do poder.

O terceiro e último item é dedicado à Alemanha, país que tenho no coração por razões diversas que, aqui e agora, não vou invocar. As eleições de ontem, em dois estados confirmaram a tendência já verificada na anterior eleição em que a AFD, partido da direita radical, tinha vencido. Ontem, dois estados votaram e conseguiram um resultado divergente, um alinhou também com a AFD, enquanto o outro virou à esquerda.

Os moderados do centrão político parece não terem convencido ninguém a votar neles e o chanceler Merz começa a ver o seu lugar em risco. Eu diria até que os seus comparsas de partido estarão com vontade de o ver abandonar o cargo para tentarem dar a volta por cima com um novo representante do partido na campanha, quando chegar a altura das eleições gerais. Não será a mesma coisa em todos os estados, mas a sua popularidade nunca esteve tão baixa.

Há quem afirme que isso também tem a ver com o apoio dispensado à Ucrânia, mas devemos ter cuidado na análise, pois a posição dos 3 estados que já votaram é mais "putinista" que o resto da Alemanha e o encerramento do Nord Stream I e II não justifica que a Alemanha se bandeie para o lado dos oligarcas de Moscovo.

O Nord Stream 2 é um gasoduto de gás natural de 1.234 km que vai da Rússia até a Alemanha, atravessando o Mar Báltico. É financiado pela Gazprom e várias empresas europeias de energia. Foi iniciado em 2011 para expandir a linha Nord Stream 1 e dobrar a capacidade anual para 110 bilhões de m3. Foi concluído em setembro de 2021, mas não entrou em serviço. O planejamento e a construção do gasoduto se cercaram em controvérsias políticas.
Em 22 de fevereiro, um dia depois de Putin ter anunciado que reconhecia a independência das cidades separatistas Donetsk e Luhansk e de permitir que tropas russas invadissem a região, o chanceler alemão Olaf Scholz cancelou provisoriamente a certificação e inauguração do gasoduto. A empresa enfrentou graves problemas de fluxo de caixa devido às sanções impostas após a invasão e demitiu a maioria dos funcionários.

Publicação 3 em 1!

Hoje, não posso evitar mencionar o meu Benfica que foi muito mal tratado no Estádio do Dragão. Perdeu por 3 a 1 com uma expulsão pelo meio e...