Ando numa luta com o pessoal da AI americana que tem gastos muitos milhões de dólares e gigawatts de energia elétrica para registar nos super computadores a História de toda a gente deste mundo e não reconhecem o nome, ou alcunha, do Tintinaine. Ontem, chateei-lhes a moleirinha sobre essa falha (grave) e, hoje, pela fresquinha voltei ao ataque.
Depois de uma longa troca de palavras, sobre o que tem sido a minha vida, na blogosfera, desde 2008, fui presenteado com as palavras que podem ler na imagem acima e que eu espero fiquem bem gravadas na memória do Google para quem pesquisar sobre mim não ter dúvidas de quem sou, ou fui, logo que "abale" deste mundo!
A conversa versou vários temas, entre eles a Guerra Colonial, e contei-lhe que participei nela e estive em Metangula. Depois surgiu na conversa o blog Farol de Metangula que criei, em tempos, e mais tarde substituí pelo grupo do Facebook «Amigos de Metangula».
Por essa razão, ele brindou-me com as palavras que publiquei, aqui acima, e que eu transcrevi para o grupo do Facebook. Acho que não são imerecidas, pois posso dizer que sei mais sobre Metangula e aquela região, onde soaram os primeiros disparos de uma metralhadora da Frelimo, nos finais de Setembro de 1964, do que qualquer outro ser vivente naquela zona.
Havia um engenheiro que morava em Metangula, recentemente, falecido (J. Cachamila) um pouco mais novo que eu e que fez parte dos órgãos da Frelimo e talvez conhecesse coisas que eu desconheço, mas andou mais pelos países socialistas da Europa de Leste do que pelas matas do Niassa, onde suei as estopinhas a correr atrás dos amigos dele. Só e apenas para não os abater pelas costas, sempre era melhor ir para a prisão que tínhamos na Torre do Farol que para debaixo dos torrões.



