terça-feira, 16 de junho de 2026

Não sei se ria ...!

 ... ou se chore!


A nossa televisão mexeriqueira, órgão de informação da Média Livre, deu, ontem, grande destaque às sentenças de pena suspensa (3 anos e meio) em dois casos que são completamente diferentes e se esperaria que a nossa Justiça o reconhecesse. Um dos acusados deu duas lambadas na namorada - nem faço ideia se ela as mereceu e/ou gostou de as apanhar, há um ditado que afirma "quanto mais me bates mais gosto de ti" - e o outro que era polícia matou a tiro um "artista" que resistiu à autoridade.

Não vejo que semelhança pode haver entre os dois casos para terem merecido uma pena igual. Está na moda a "violência doméstica" e nem quero publicar a minha opinião sobre o assunto, pois acho que as mulheres perdem mais do que ganham ao entrar pelo caminho das queixinhas. Que há casos graves é verdade, mas as autoridades têm que aprender a separar o trigo do joio. Por mera curiosidade refiro o caso do meu genro (divorciado da minha filha) que também teve direito a uma pena igual por se ter defendido da namorada que o atacou de faca em punho.

O caso do Odair Moniz é um mau exemplo daquilo que, cada vez mais, acontece em Portugal. Ora é a polícia que exagera na autoridade com que aborda os cidadãos, ora são os cidadãos que faltam ao respeito às autoridades e acabam por complicar tudo. Mas quando entregam uma pistola a um polícia tem que haver a certeza que ele saberá quando utilizá-la e não lhe podem cair todos em cima, logo que carrega no gatilho. Nada teria acontecido se o Odair obedecesse às ordens da polícia, logo é ele o culpado daquilo que lhe aconteceu, tornando o polícia inocente e merecedor de castigo nenhum.

Quanto ao machista que (por aquilo que ouvi) é useiro e vezeiro a bater em mulheres, ele merecia ser internado, durante alguns meses, numa casa de doidos e ser sujeito a um tratamento psiquiátrico ajustado ao seu caso. Três anos de prisão, suspensa ou não, parece-me coisa de juiz que não sabe bem como as coisas funcionam neste mundo. E se é a nossa lei que o obriga a ir por esse caminho que se recuse a julgar e exija a alteração do que está mal.

De leis não percebo patavina, mas isto que acabei de escrever é o que me dita o senso comum, coisa que parece andar arredada da cabeça de muita gente!

É hoje, minha gente!

  Tinha decidido não escrever uma linha sobre o Campeonato do Mundo de Futebol até acontecer o primeiro jogo. Se conseguíssemos um vitória s...