domingo, 17 de maio de 2026

Escolha múltipla!

 1) Futebol

Terminou ontem o Campeonato Nacional de Futebol que agora tem outro nome, mas eu gosto de lhe chamar assim. O Benfica não ganhou nada, como se esperava, a vinda de Mourinho custou muito dinheiro ao Benfica e está mais que provado que foi um erro motivado pelo desespero de Rui Costa para justificar o seu novo mandato. A possível entrada na Champions também foi à vida com o empate cedido na semana passada.

O Sporting ficou em segundo, vai à Champions e embolsa os 50 milhões que tanto jeito dariam ao Benfica para melhorar as suas contas. Comprou jogadores caros que provaram ser um erro, paga ordenados milionários e resultado desportivo igual a zero. O rival do Porto levou o título e fez uma festa de arromba, ontem, que mais parecia o S. João tamanha era a afluência de gente de todas as idades. Parabéns para eles que no início da época não eram favoritos.

2) Festival da Eurovisão

Uma loucura de produção televisiva que põe o ênfase em tudo menos nos cantores e na música. O protesto contra Israel estragou um bocado as participações deste ano, além da eliminação precoce de Portugal (que já era previsível), tudo junto fez com que o festival fosse tudo menos bem sucedido. Eu que não maluco por músicas fui lá espreitar por simples curiosidade e poder, hoje, falar-vos disso.

3) Putin vs Zelensky

O cessar fogo temporário que Putin exigia para fazer a festa do dia 9 de Maio foi precedido de grandes bombardeamentos e ainda o prazo acordado não tinha expirado já iam a caminho de Kiev e Odessa mais umas centenas de drones. Diz a comunicação social - e nunca saberemos se é verdadeira ou mentirosa - que só foram atingidos alvos civis e zonas residenciais. Pelo contrário, a Ucrânia concentra todos os seus esforços em atingir alvos ligados ao transporte ou produção de armamento e de energia. O objectivo é claro e aceitável, tentar que a Rússia deixe de os incomodar, como vem fazendo desde Fevereiro de 2022. Uma guerra que já vai longa demais!

4) Visita de Trump à China

Uns dizem que ele voltou com o rabinho entre as pernas, outros dizem que fez grandes negociatas de interesse mútuo. A Chine exige ser considerada um parceiro de negócios e não um rival, o que se entende do ponto de vista da economia de cada um deles. Há muitos interesses cruzados, seja em matérias primas, em tecnologia ou comércio e serviços. Cada um deles tem algo que quer vender ao outro e são obrigados a "baixar a bolinha" quando isso está em jogo.

Da Guerra do Golfo, assim como da questão de Taywan, pouco ou nada se falou. É assunto que podia causar alguma fricção e prejudicar o resto do programa que o levou lá acompanhado por uma dúzia dos maiores empresários e grandes investidores na área da IA, nos automóveis e nos semicondutores que são, hoje, a mola real de todos os negócios civis ou militares.

5) Guerra do Golfo e preço dos combustíveis

O Estreito de Ormuz continua bloqueado por americanos e iranianos, cada um com as suas desculpas esfarrapadas e nós é que pagamos o pato. O Trump, habitualmente, muito falador, tem estado mudo como um peixe. Diz ele que o Irão está mortinho por um acordo e não tem qualquer capacidade de incomodar as forças americanas que andam por aquelas redondezas, mas eles continuam a disparar contra tudo o que mexe. Os mais atingidos são os pequenos países do Golfo Pérsico, além da Arábia Saudita, onde há bases militares dos EUA.

Também Israel não para e desta vez diz ter eliminado o chefe do Hamas - em algumas notícias que li chama-lhe chefe do ISIS - e mantém o sul do Líbano a ferro e fogo. Este conflito ajuda a agravar o outro que envolve, directamente, o Irão, pondo o mundo inteiro em alerta pela eventual falta de combustíveis que, além de nos mexer no nosso bolso, ameaça a época turística deste anos. Portugal, muito dependente do Turismo, para mal dos nossos pecados, é um dos afectados e teme que muitas reservas vão ao ar por causa da redução de voos já anunciada.

Amanhã, será de esperar uma nova mexida no preço dos combustíveis. Desta vez parece que a preocupação é colocar o preço da gasolina acima do do gasóleo que sempre e em todo o lado foi mais barato. Tem lógica, uma vez que é um produto menos refinado e portanto com menos custos e quebras. Eu que cada vez ando menos de carro - talvez faça uns míseros 200 Kms por mês - achei por bem desfazer-me do meu Opel Astra a gasóleo e comprar um pequeno Mazda a gasolina. Espero ter feito a escolha acertada!

Aí esta ele!

Escolha múltipla!

  1) Futebol Terminou ontem o Campeonato Nacional de Futebol que agora tem outro nome, mas eu gosto de lhe chamar assim. O Benfica não ganho...