sexta-feira, 30 de outubro de 2026

 

Ponto de encontro de 4 freguesias
em que passei os 11 primeiros anos da minha vida.
Macieira, Gueral, Chorente e Negreiros

No canto superior esquerdo, Gueral, freguesia onde nasceu o meu pai e em cujo cemitério repousam os restos mortais dos meus bisavós paternos, além do meu avô Joaquim e de quase todos os seus filhos, meus tios, já falecidos. Até a minha prima Rosa, última desse lado da família a entregar a alma ao criador, ali foi sepultada também, no início deste ano. Era mais velha que eu uns bons 6 ou 7 anos, portanto foi na vez dela!

No canto superior direito, Chorente, freguesia onde a avó do meu pai residiu quase toda a sua vida e teve a sua filha (única) que viria a ser minha avó, em meados do século XX. Ali morou e trabalhou também o meu pai, depois de cumprir o tempo de tropa e até se casar, altura em que se mudou para Macieira.

No canto inferior esquerdo, Macieira, freguesia de onde é originário o ramo materno da minha família, desde o século XVII, embora a minha mãe, por um mero acidente de percurso, não tenha ali nascido. Desde o casamento dos meus pais e até Outubro de 1960, foi a residência da família e onde nasceram 11 dos 12 filhos que Deus houve por bem oferecer-lhes. A minha bisavó Eusébia foi a última da família que lá ficou no cemitério, os seus descendentes rumaram ao concelho de Vila do Conde, onde repousam, hoje, no seu sono eterno.

No canto inferior direito, Negreiros, a freguesia que menos tem a ver com a minha família, mas contribuiu com um Miguel Alvares que casou para Gueral, lugar da Ribeira, e haveria de ter um filho, de seu nome Manuel, que se casou com uma senhora da minha família do século XVIII e meteu o apelido Álvares (depois, Alves) na minha família e que ainda uso com orgulho.

Depois de completar a Instrução Primária, eu abandonei esta região e só lá voltei para férias e pouco mais. mas enquanto lá vivi, calcorreei todos os caminhos e carreiros que lá existiam. A luta pela sobrevivência, numa família tão grande e sem recursos a isso obrigava. Acresce ainda a freguesia de Courel, a noroeste de Macieira, onde frequentei a 1ª Classe, como já devo ter relatado, num dos meus blogs. Courel e as outras 4 descritas acima formam o mapa da zona em que eu vivi 11 anos da minha vida que já vai longa.

Estas anotações fazem parte das minhas memórias e decidi passá-las a escrito, hoje, por não me ocorrer nada de especial e diferente para preencher a publicação de hoje, penúltimo dia do mês de Outubro do 82º ano da minha vida. Uma coisa é certa, há muita gente que não viveu tanto nem perdeu tanto tempo como eu a escrever sobre o que foi a sua vida.

Acredito que o assunto não vos desperte grande interesse e não fico melindrado se passarem á frente sem lerem nem comentarem. É o rascunho de algo que eu não quero esquecer, se durar tanto que a doença de Alzheimer tome conta de mim, e que talvez os meus filhos ou netos gostem de passar os olhos por cima, depois de eu já cá não estar! 

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Relatório de saúde!

 Ontem, foi dia de visita à minha médica de família!

O Sr. Manuel está com boa cara, disse ela, mal entrei no seu consultório!


Pois estou, só não sei a quem devo agradecer! A pressão arterial está (como sempre) bem controlada, um comprimido em jejum e outro antes do jantar! O peso estabilizou nos 95 kilos, nada mau para quem já andou a rondar os 120! A altura que ela não mediu, deve ter reduzido ligeiramente, pois a marreca vai-se acentuando, quando caminho só vejo a biqueira dos sapatos como paisagem!

O que eu preciso, doutora, é de umas pernas novas e um coração também, pois este já nem respirar me deixa e as pernas não me levam a lado nenhum, disse-lhe eu como comentário à sua saudação, quando ali entrei. Isso é que era bom, respondeu ela, mas não se vendem no mercado nem na feira dos ciganos!

Passamos a discutir a minha situação, em face dos tratamentos de imunoterapia que estou a fazer no HPH de Matosinhos. Os valores das suas análises estão muito bem, tenho reparado que a sua médica de oncologia vai anotando tudo e fazendo uns reparos, aqui e ali, quando as circunstâncias o justificam, o que me dá muito jeito para estar sempre bem informada e não precisar de repetir análises e outros exames para acompanhar o seu caso.

Contei-lhe que cada vez que vou fazer "pacemaker control" venho de lá sempre pior. Tantas voltas lhe dão para o afinar que acabam por me deixar à rasca, durante um largo período. Aumentam ou diminuem o ritmo cardíaco, para tentar controlar a arritmia que me aflige, o que me faz parecer uma máquina de testes da Fórmula 1. Vou dar-lhe um P1 para fazer uma ecocardiografia, disse ela, estendendo-me a mão e indicando-me a porta da rua!

E querem saber o que eu penso? Estar vivo é o contrário de estar morto, mas dá muito trabalho! E também penso, muitas vezes, na quantidade brutal de amigos e, em especial, camaradas dos fuzileiros que já foram destacados para outra dimensão e estão livres desses trabalhos. Alguns penaram muito para fazer essa passagem, outros nem deram por isso, deitaram-se vivos e nunca mais acordaram!

Tenho um irmão, também fuzileiro (da escola do Valdemar Alves) afectado pela doença de Parkinson que, quando nos encontramos, me diz que não quer andar por cá muito tempo nestas condições, prefere morrer. E eu digo-lhe para se lembrar daquele Papa que sofria dessa mesma doença e andou a arrastar-se, anos a fio, até a morte o vir libertar desse martírio. A "maldita" só vem quando quer e nunca quando é desejada!

P.S. - Ah, também aproveitei para picar os dois braços, vacinas da Gripe e Covid 19.

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Terras raras!

Já foi há muitos anos, mas lembro-me como se fosse hoje! A gente de Barqueiros, freguesia que foi mencionada na minha publicação de ontem, revoltou-se contra a extração do caulino que estava a deixar a parte norte da sua freguesia toda esburacada que nem um queijo suíço.

Quem explora as minas procura lucro rápido e quanto maior melhor, o que fica para trás pouco lhes interessa. Se quem faz o contrato de concessão não for precavido nesse aspecto, é certo e sabido que lhe levam o minério e deixam tudo em pantanas, sem sinal de reposição do estado anterior do terreno explorado.

Como resultado, houve manifestações populares que armaram um circo de todo o tamanho. Veio a GNR, enervaram-se os manifestantes por não verem as suas razões entendidas nem atendidas, ouve-se um disparo e um dos manifestantes cai morto no mesmo instante. Vieram as autoridades levantar o auto da ocorrência e o cadáver do desditoso barqueirense. Antes da retirada do corpo, foi desenhada a sua silhueta com tinta branca sobre o alcatrão negro da EN205.

Essa silhueta ficou ali por muitos anos, como a chamar a atenção de todos para uma coisa que nunca deveria ter acontecido. Todos ali tinham razão, os mineiros que tinham licença para aquilo que estavam a fazer, as pessoas que viam a sua vida e a sua propriedade devassadas pelos mineiros e as autoridades que ali foram chamadas para repor (ou impor) a ordem.

Mas houve alguém que fez asneira, a pessoa que autorizou a concessão e assinou o contrato com a empresa mineira, sem ter em conta os interesses da população de Barqueiros e dos proprietários dos terrenos esventrados para retirar e lavar o caulino. Foi difícil e levou tempo a repor a legalidade, mas acabou por acontecer e a exploração do caulino terminou naquele lugar.

Agora, está a passar-se algo semelhante nas Terras do Barroso, zona de Boticas e Montalegre. Há por ali uns filões de lítio que valem dinheiro e há interessados em ficar com ele. Ontem, as pessoas saíram à rua, mais uma vez, protestando contra quem autorizou a exploração que lhes complica a vida e transforma aqueles terrenos numa espécie de paisagem lunar.

O ministro ou o seu secretário de estado que autorizou a exploração deve ter as orelhas a arder. Eu, aqui, sossegadinho no meu canto, só espero que as coisas não cheguem tão longe como em Barqueiros, não chamem a GNR e não haja tiroteio! E se houver que não morra ninguém!

O cerco e a tragédia: No dia programado para o arranque das escavações, os habitantes locais depararam-se com a vila cercada por um forte contingente da Guarda Nacional Republicana (GNR), destacada para garantir o avanço das máquinas. Durante os intensos protestos e confrontos que se seguiram, Carlos Simões, um jovem manifestante local, foi atingido mortalmente pelas forças policiais.

terça-feira, 27 de outubro de 2026

O ouro dos romanos!

 Nós, portugueses, devemos muito aos romanos!

Refiro-me, claro está, aos romanos do tempo de César, aqueles que saíram de Roma, protegidos pelas suas legiões, à procura daquilo que lhes fazia falta na sua cidade, Metais de qualquer tipo, de preferência preciosos, vinho e azeite. Andaram por toda a Europa, deram e levaram porrada de toda a gente, e um dia guinaram à esquerda e entraram pela Península Ibérica adentro.

Chegaram à Lusitânia (?) ainda Jesus Cristo não tinha vindo ao mundo e andaram por cá uma boa meia dúzia de séculos. Durante todo esse tempo, além de lutar contra os ímpetos dos locais que não gostavam de ser mandados por ninguém (ainda hoje continuam assim), trataram de implementar as suas leis e costumes. Começaram por impor e ensinar a sua Língua, o Latim antigo, de modo que todo o mundo se conseguisse entender.

Do ponto de vista material eles começaram por organizar as "cidades", rasgaram estradas e construíram pontes que duram até aos dias de hoje. A seguir às estradas e pontes vieram as muralhas para protecção dos cidadãos e depois as minas para extrair os minerais que lhe faziam falta, os preciosos e os outros, pois além de cunhar moeda também tinham que pensar nas armas e utensílios que estavam na primeira linha do interesse público.

E seguindo esse caminho vieram parar ao «Castro de Terroso», cujas ruínas são ainda visíveis nessa freguesia do concelho da Póvoa de Varzim. E pelos arredores dessa povoação começaram a procurar indícios da existência de metais preciosos, ouro e prata, que os especialistas na matéria acreditavam existir. Em breve foi localizado um filão que deu origem a uma mina que foi explorada, enquanto por cá permaneceram e abandonada, quando apertaram as grevas e marcharam a caminho de Roma.

Um pequeno ribeiro que corria nos arredores da mina e, quase de certeza, serviu para lavar as areias auríferas, separando o ouro valioso da terra sem valor, num ano em que o inverno foi mais austero, invadiu a mina abandonada e alagou-a por completo, situação que se mantém ainda na actualidade.

E assim, seguindo a pista dos romanos, cheguei ao local onde a minha avó Maria nasceu, no ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, de mil oitocentos e noventa. Fruto de um casamento tardio da sua mãe com um viúvo de 63 anos de idade, ela nunca teve razões para ter uma vida feliz. O seu pai, tendo ficado viúvo aos 63 anos, precisava de uma mulher em casa que o ajudasse na sua pequena lavoura de onde tirava o suficiente, mas sempre pouco e muito suado, para o seu sustento. E foi nessa condição que a minha avozinha também nasceu, ajudanta para todo o serviço, mal ganhou forças nas pernas para correr atrás do pai e da mãe, lavradores por necessidade.

Quis o destino (a sorte, o azar, ou coisa que o valha) que nunca tivesse casado e a filha que nasceu de um namorico com o meu avô (incógnito) António, além da mãe, depois de ficar viúva, tivessem sido a sua única família, durante muitos anos, Já a II Grande Guerra tinha começado, quando a sua filha arranjou marido e formaram uma família de um homem e três mulheres, uma novidade para elas que não viam um homem em casa, desde o fim do século anterior.

E, como o tempo não para, a mais velhota da família, nascida a meio do século XIX, entregou a alma ao criador e deixou a sua filha e neta sozinhas, à espera de verem a família aumentar. Durante o período da guerra, sempre com receio de vir a ser mobilizado para combater os alemães, o meu pai foi fazendo aquilo que era mais natural, naquele tempo em que não havia camisinhas nem pílulas contraceptivas, filhos. Antes de a guerra terminar, em 1945, já tinham nascido três e o quarto estava encomendado e viria a nascer no princípio de Janeiro do ano seguinte.

Dessa fornada eu sou o número 3, nascido em 1944, e esta história que começou com os romanos e era, principalmente, para falar da minha avó Maria, acabou por ter pouco a ver com ela. Acabou com a minha vinda ao mundo e acaba por estar tudo certo, uma vez que isto não é mais que um capítulo das meinhas memórias que nunca escreverei e muito menos publicarei. Mas faço de todos vós testemunhas de que as coisas aconteceram e não passei por este mundo sem deixar uma marca, por mais pequena e insignificante que ela possa ser!

Com o fim do Império e o posterior abandono da mina, as escavações subterrâneas acabaram por ser inundadas de forma natural por linhas de água, dando origem à lagoa que hoje conhecemos e que acabou por batizar o próprio povoado de Lagoa Negra.

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Tudo ao contrário!

Ao arrepio do que se passa no resto do mundo o Brasil resolveu continuar, e reforçar, as esquerdas reelegendo o Lula! Os brasileiros lá irão para onde o paguem, se querem ser pobres, pois que se faça a sua vontade!

Nesta segunda feira os combustíveis não mexeram muito, como eu comprei um carro a gasolina fizeram-me o favor de lhe baixar o preço 0.06€, o que lhes agradeço. No entanto o petróleo continua muito alto e a chegada dos reabastecedores americanos à Base das Lages prenuncia que o Trump continua com ideias belicosas. E do amigo judeu não se espera outra coisa, eles são parceiros interessados no mesmo negócio.

O Elon Musk lá foi reconhecendo que "fintou" os ucranianos limitando o uso do Starlink e ninguém me tira da ideia que foi para ajudar o amigo do seu amigo Trump, o tal que tem muito gasóleo para vender a quem tiver dólares para pagar. E meteu o Zelensky num colete de forças que quase o levou a depor as armas. Entretanto, nos últimos dias, parece que a coisa se voltou a reequilibrar, mas com gente desta nunca se sabe. Eles são capazes de vender a própria mãe se virem nisso algum lucro.

A ideia de rasgar um canal, semelhante ao do Suez, para ligar os Emirados Árabes Unidos ao Mar Vermelho, de modo a evitar a passagem dos petroleiros pelos dois estreitos, Ormuz e Bab el Mandeb, começou a circular no Facebook e eu achei que seria uma boa ideia.

Seria preciso muito dinheiro para levar a cabo uma obra dessas, mas tendo em conta que a maior parte do percurso é sobre a areia do deserto, fácil de remover, já a empreitada me parece exequível. E mandar lixar os iranianos e os houtis, levantando o dedo do meio, seria uma grande vitória. Além de que a redução do tempo de viagem, a caminho da Europa, daria para pagar o custo da travessia do »Canal Arábico».

Gostaria muito mais de ver milhares de milhões investidos numa obra dessas que em guerras estúpidas, como as que temos visto nos últimos anos. Investir em coisas práticas e na modernização de infraestruturas de interesse mundial, em vez de fomentar guerras pelo controlo dos mercados, sejam de combustíveis, terras raras ou cereais para matar a fome a quem não tem o que comer.

Se a vida de milhões de pessoas já é difícil, imaginem o que será num futuro próximo com as alterações climáticas cada vez mais aceleradas e a ameaçar tudo e todos. Aquele desastre no Nepal e outros de menor dimensão, um pouco por todo o lado, deviam abrir os olhos aos governantes deste mundo A seca e a fome na África sub-saariana não terão solução neste século, podem ter a certeza!

E é tudo por hoje, meus fiéis seguidores!

domingo, 25 de outubro de 2026

Seca atrás de seca!

 Ontem, levei uma seca com todos os canais de notícias focados nas acampadas de Lisboa e Porto. E mantiveram-se nessa onda durante toda a noite. Logo que liguei a TV, de manhã, levei mais uma injecção do mesmo!

Hoje, vou levar outra seca, pois estou curioso para saber o desfecho das eleições no Brasil. Com a diferença horária que nos separa, é quase certo que não haverá números definitivos até à hora em que o sono me ataca e domina. No entanto, vou seguir um caminho que já tem dado bons frutos noutras ocasiões, depois da hora do futebol, pelas 22.30 horas, deixo-me adormecer e, certo e sabido, a capacidade da minha bexiga fará o favor de me acordar 4 horas depois.

Aí é só ligar o televisor, de novo, e ouvir as últimas!

E agora, me desculpem de novo, vou lá para o fundo do quintal pôr um ponto final na minha arquitetura que ontem não fui capaz de terminar. Com a idade a nossa espinha dorsal perde a sua elasticidade e ao fim de uma dúzia de flexões recusa-se a continuar. Por isso, pareceu-me mais avisado deixar a obra a meio e evitar acabar o dia esticado na cama e a gemer com dores!

É assim a vida, aprendam comigo que eu não durarei para sempre!!!

sábado, 24 de outubro de 2026

Eu arquiteto!


Vou usar o dia de hoje para arquitetar uma mudança no meu galinheiro. Ele foi sempre um T1 para uma dúzia de galináceos e tenho que o transformar num T2 para apenas meia dúzia delas. Serão 3 de um lado e 3 do outro, umas velhas que já não põem nada de jeito e outras novas que ainda não começaram a justificar aquilo que comem.

Não gostamos de comer ovos de aviário e por isso tive sempre galinhas, cá em casa. Elas punham mais ovos do que nós consumíamos e a minha mulher, administradora das finanças domésticas, vendia os excedentes às suas amigas (inimigas e indiferentes). A cada 3 anos é preciso substituir aquelas máquinas de pôr ovos, pois tudo tem um limite. O meu plano actual é ter apenas 6 e para manter isso funcional tenho que comprar 3 em cada verão para irem substituindo as que batem a bota (por vezes com a minha ajuda).

As 3 novas de 2026 entraram ao serviço em 15 de setembro e espero que comecem a pôr a tempo de fazer as rabanadas para o Natal. Acho que fui enganado pela vendedora, pois ela garante que as galinhas começam a pôr ao fim de 30 dias, mas cada vez as compra mais pequenas e estas, ao fim de um mês e meio (quase) ainda não tem cu por onde sair o ovo!

A razão para eu ter que gastar o meu dia de hoje a arquitetar uma solução para as separar é que as velhas não aceitam as novas por nada deste mundo e dão-lhe cabo da cabeça às bicadas. Provisoriamente, já as separei, pendurando um pedaço de rede a meio do galinheiro que é bastante comprido, mas preciso de uma solução mais permanente e condições para lhe dar água e a sua ração diária de milho, e outras sementes, além da ração e algum material vegetal, sejam couves, erva ou coisa que o valha.

Pelas razões invocadas, vou deixar-vos com uma musiquinha romântica italiana, como é meu hábito, para me desculparem pelo abandono forçado.


A brutalidade dos números!

 Há dias, assisti a um programa televisivo, retransmitido de um canal estrangeiro (não recordo se da CNN ou Sky News) em que afirmaram que a...