sábado, 18 de julho de 2026
Ecco Italia mia!
sexta-feira, 17 de julho de 2026
E depois da censura!
Chegou a Emmanuelle com todo o erotismo e libertinagem! Depois da revolução dos cravos, este e «O último tango em Paris» apareceram para provar ao povo que os tempos e os costumes tinham mudado. Salazar e Cerejeira tinham passado à História e agora tudo era permitido a quem sempre fora proibido.
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Diálogo de surdos!
O Quim e o Zé eram vizinhos, moravam na mesma rua, as portas das suas casas distavam menos de 50 metros uma da outra. Era raro eles falarem, mas sempre que se cruzavam na rua, levantavam a mão e faziam questão de dizer qualquer coisa um ao outro.
Um certo dia, ia o Quim a descer a rua com uma cana de pesca ao ombro e assobiando, alegremente, uma cançoneta que estava na moda. Ao seu encontro vinha o Zé que, descontraidamente, subia a rua sem pensar em mais nada a não ser em chegar a casa e descansar as pernas que já lhe doíam da longa caminhada matinal. Ao cruzar-se com o Quim levanta a mão, como era seu hábito, e pergunta:
- Não, vou à pesca.
- Ah, ao ver-te com a cana ao ombro pensei que ias à pesca.
- Não, vou mesmo à pesca!
O Tony e o Luís são dois políticos portugueses. O primeiro fez parte do XIII Constitucional presidido por António Guterres que abandonou por causa de um negócio imobiliário no Alentejo que cheirava um pouco a esturro (entenda-se pouco sério) do ponto de vista fiscal. O Luís é um estreante na política e faz parte do actual governo de Montenegro.
Também ele, o Luís, está embrulhado numa grande confusão por causa de um monte que tem no Baixo Alentejo, no concelho de Odemira, não abandonou ainda o governo, mas todo o mundo acha que já o devia ter feito para "dar uma" de honesto
Cruzaram-se, um dia destes, quando um saía e o outro entrava nas portas da SIC, onde foi fazer um comentário sobre o momento político, económico e financeiro que se vive em Portugal. E a conversa fluiu, naturalmente, sobre o assunto do dia:
- Pois è, Tony, com o calor que tem feito não há quem pare no Alentejo!
- Ah, pensei que isso já estava arrumado, done and dusted, como dizem os ingleses.
- Nada disso, eu sinto-me bem em Lisboa!
O Donald, a quem, carinhosamente, há quem trate por Ron, vive na Casa Branca, em Washington, e pensa que governa os EUA, o país mais poderoso do mundo, segundo as suas próprias palavras, tanto do ponto de vista militar como económico, financeiro, comercial ou industrial.
Em Teerão vive o Moji que ninguém sabe se está vivo ou morto e que, segundo alguns palermas comentadores de "geopolítica", é o grande chefe daquela república teocrática islamita. Tal como o Ron, ou alguém em seu nome, também ele afirma que o seu país é o mais poderoso do Médio Oriente e ninguém lhe mete medo. Americanos ou judeus come disso ao pequeno almoço e nem os ossos cospe fora.
Esses dois cruzam-se, diariamente, nas redes sociais e posso garantir-vos que a sua conversa é ainda mais estúpida e descabida do que a dos vizinhos, sobre a pesca, ou dos dois políticos sobre o Alentejo, mas causa morte e destruição entre o povo que não tem culpa de eles serem "surdos como portas"!
P.S. - Entretanto, a Argentina prepara-se para ser, de novo, a campeã do mundo!
terça-feira, 14 de julho de 2026
Click, click, click!
O desafio da amiga Janita fez-me ir à procura das obras de Sir Arthur Conan Doyle que me lembro de ter lido, há muitos anos, quando era ainda um rapaz novo e sonhador. Antes disso, eu lia Emílio Salgari, depois de ter abandonado o Cavaleiro Andante e outras revistas aos quadradinhos.
Os títulos dos contos não me fazem recordar coisa alguma, mas tenho a certeza que li alguns dos contos e outros vi-os no cinema. Mas não fico admirado, pois durante anos da minha vida profissional fui obrigado a memorizar muitas outras coisas que eram mais importantes. Dizem que a nossa memória, alojada na massa cinzenta do cérebro, é ilimitada, mas não é bem assim. Imagino que ela esteja disposta em camadas, como uma cebola, em que as mais superficiais correspondem às mais recentes e/ou importantes. As menos importantes ou mais antigas alojam-se no centro.
Se não for assim é algo parecido, mas isso agora não interessa nada uma vez que estamos a falar de Sherlock Holmes, o homem que resolvia qualquer enigma com a ajuda do Dr. Watson seu inseparável amigo. Watson que, segundo Sherlock, era uma nódoa en alguns temas, mas uma sumidade em alguns outros. A dupla que me fez viajar pelo espaço imaginário, quando não tinha nada melhor para fazer.
Agora, escrevo em vez de ler. E bem gostava de fazer os meus leitores viajarem, tal como Conan Doyle me fez viajar a mim, mas falta-me a habilidade que ele tinha de sobra!
segunda-feira, 13 de julho de 2026
Felizmente é a esquerda!
A minha mão, ou melhor, o meu pulso está pior que nunca! Se fosse na direita teria mesmo que parar (como fez a Elvira do Sexta Feira por causa dos olhos), pois com a esquerda não consigo fazer nada, a não ser coçar o cotovelo direito!
Esta noite passei-a em claro, sentado na sala de estar a ver televisão. O que eu faço para evitar ligar para o SNS 24 e pedir para ir ao hospital e levar uma seca de horas!
Assim, com o dedo indicador da mão direita e pouco mais, vou continuar a publicar aqui uns links do Youtube, ou coisa parecida, para manter o meu compromisso convosco que é um dever sagrado.
domingo, 12 de julho de 2026
Ar de Rock!
Como hoje é domingo, vamos ouvir o Sr. Padre Guilherme!
Prenda para a Janita!
Outra vez lesionado!
Com a mão esquerda inchada pelas mordeduras do NERO, é-me difícil teclar e só com uma mão não dá grande jeito. Até porque o teclado QWERTY ...
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