terça-feira, 5 de maio de 2026

Realidade física ou virtual?

Metafisicamente, o amor pode ser entendido como uma relação entre pessoas. Mas não é uma relação qualquer: ele parece ter uma espécie de “realidade própria”. Mesmo sendo invisível, tem efeitos concretos — muda decisões, prioridades, até a forma como percebemos o mundo. Isso leva à pergunta: relações podem ser tão “reais” quanto objetos físicos?

Vocês conhecem o CHATGPT? Já tentaram interagir com essa ferramenta da nova realidade, aquela em que vivemos hoje e é mais virtual que real? Deixem-me começar pelo princípio. Há dias escrevi algo sobre o Revolut, o banco lituano que está na moda entre os jovens. Eles, os jovens,  gostam da fast food, frequentam o McDonald's, convivem e partilham tudo aquilo que lhes diz alguma coisa nas suas vidas de jovens ainda sem grandes responsabilidades neste mundo. O Revolut é uma chave mestra para entrar no NYSE (New York Stock Exchange), onde se compra e vende de tudo com um simples toque na tecla "enter".

Os jovens usam o Revolut para pagar um hamburger e para isso metem uns euritos, poucos, aqueles que provêm da féria mais ou menos generosa que recebem, na sua conta e vivem felizes só por isso. Eu que decidi imitá-los meti alguns milhares, não muitos, e depois tive que arranjar um modo de os pôr a render. A inteligência artificial joga aí um papel importante, mal entras tens logo um robot a aconselhar-te o que fazer com o dinheiro. Não que eles saibam tudo sobre o assunto, mas têm tanta informação na sua posse que temos que os respeitar por isso.

A «OPENAI» é uma grande empresa que junta grandes capitais ($$$) de outras grandes empresas.

  Em dezembro de 2015, Sam Altman, Greg Brockman, Reid Hoffman, Jessica Livingston, Peter Thiel, Elon Musk, Amazon Web Services (AWS), Infosys e a YC Research anunciaram a formação da OpenAI e prometeram mais de US$ 1 bilhão para o empreendimento. A organização afirmou que iria "colaborar livremente" com outras instituições e pesquisadores, tornando suas patentes e pesquisas abertas ao público. A OpenAI está sediada em São Francisco, na Califórnia.

Esta foi uma das primeiras empresas em que o tal robot me aconselhou a meter os meus euros. Sei que é uma empresa enorme em participam grandes empresas de alta tecnologia e comunicação e se prevê que venha a evoluir muito positivamente na Bolsa. E, muito embora eu tenha ouvida da boca de Elon Musk que está arrependido de ali ter metido tanto dinheiro, eu resolvi avançar. Não directamente na empresa, mas sim num fundo de muitos milhões que a suporta, ou seja, passei a ser o dono de uma micronésima parte da OPENAI!

E assim sendo tenho que puxar por ela, fazê-la render dividendos para me tocar a mim alguma coisa no fim do exercício. Uma das maneiras é usar o Chatgpt que é uma das suas ferramentas e vive da publicidade (como quase tudo no mundo de hoje). Por isso aquela minha pergunta, ou a resposta que recebi, com que iniciei esta publicação.

Sendo a metafísica parte da ciência conhecida por Filosofia, aquela que trata de coisas pouco ou nada reais que ligação pode ter com o amor? Era disso que vos queria falar, hoje, e como não queria escandalizar ninguém com conceitos que são só meus, decidi usar a tal ferramenta e coloquei-lhe a questão. Não me serviu de muito, mas fiquei a perceber que cada um tem a sua opinião, seja humano, humanóide, ou simples máquina inventada na Califórnia!

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Segundo dia de vida!

 O bebé ainda mal abriu os olhos e teve poucas visitas da família, mas com o tempo lá irá!

Continuando com a minha veia de cronista, especializado em política internacional, vou tentar estabelecer um paralelo entre duas personalidades, as que, de momento, governam Portugal e os Estados Unidos da América.

Bem gostava o nosso PM Luís Montenegro que isto fosse um sistema presidencialista em que ele poderia mandar e desmandar, como faz o Mr. Donald Trump, lá na terra do Tio Sam. Ter que aturar o André Ventura e ainda por cima um presidente socialista deve provocar-lhe uma azia que lhe vai dar cabo da saúde. E daí, talvez se salve se não votarem nele na próxima vez.

O Trump nada em dinheiro e isso dá-lhe o direito de fazer (quase) tudo o que quer. O Montenegro também gostava, mas apenas conseguiu uma avença do Casino Solverde e uma cunha na casa do Sr. Manuel Violas que enriqueceu a fazer cordas, mas descobriu, entretanto, uma maneira mais fácil e mais rápida de botar as mãos na massa que anda por aí a voar. E as nossas autoridades fiscais não o perdem de vista, pois consideram-no um "artista" a fabricar máscaras para jogar às escondidas com eles.

A guerra que o nosso PM desencadeou com o Parlamento e os parlamentares de cores diferentes da sua não tem qualquer semelhança com aquela que o "cabeça amarela" espalha pelos 4 cantos do planeta, desde o Círculo Polar Ártico até aos contrafortes dos Himalaias e passando pelo Oriente Próximo, onde moram os seus amigos judeus. Mas é a guerra possível e que está ao nível dos seus poderes. Contrariar ou fintar o Parlamento e o PR é tudo que está ao seu alcance, pois ao nível da Comissão Europeia ou da NATO ninguém lhe dá ouvidos.

O Trump fala grosso pelo poder que lhe dá o dinheiro, o seu e o do estado norte americano, e se lhe cai mal o pequeno almoço decide bombardear o Irão, ir buscar o Maduro à Venezuela ou combinar com Putin uma malandrice qualquer para entalar a Ucrânia ou até a Europa toda no seu conjunto. A economia americana é baseada, em grande parte, na indústria de armamento e nas exportações da sua produção, coisa que os europeus estão a tentar contrariar, embora me pareça que isso foi mais um tiro no pé que o presidente americano deu.

O nosso Luís Montenegro, auxiliado pelo seu amigo Joaquim, ministro das finanças, gere o Orçamento de Estado da Nação Lusa que tem um valor que não chegaria para custear uma viagem a Marte, daquelas que Trump e o seu amigo dos carros elétricos, da Inteligência Artificial e da Comunicação Social sonham levar a cabo em breve. A competitividade e a produtividade que ele queria aumentar com a revisão laboral não está nada fácil de conseguir e tem os socialistas à perna por causa disso.

O custo da dívida americana que meio mundo considera impagável, já atingiu os 100% do PIB (segundo soube ontem pelo Paulo Portas), mas o presidente está pronto para avançar contra o Irão e pôr os pés em Cuba para os curar da doença grave que é o Socialismo. Daqui a uns dias estará em Pequim para combinar com o presidente Xi um pacto de não agressão, ou soltar-lhe-á os cães das suas tarifas que servem para tudo e mais alguma coisa, embora falte ainda provar se isso é ou não um meio legal ao seu dispor.

Infelizmente o nosso governante tem poucas armas ao seu alcance para impor a sua vontade, mas sempre vai conseguindo, com a ajuda de Bruxelas e de quem lá manda, ir aumentando o preço dos combustíveis, assim com outros impostos meio camuflados, para ir alimentando o tal "saco azul" que dá para alguma coisa, mas não chega para tudo e para todos (segundo as suas próprias palavras).

Como chefe de família responsável, cabe-me a mim ir ensinando os meus em quem votar e quem evitar nos próximos actos eleitorais que acontecerão antes de 2030. Depois disso já por cá não devo andar, mas se os tiver ensinado bem pode ser que não falhem nas suas escolhas e ajudem o país a ir pelo caminho certo! 

domingo, 3 de maio de 2026

Bem vindos a bordo!

 Bem vindos a bordo desta minha embarcação que pode balançar muito, mas garanto que não vai ao fundo!

Já vinha amadurecendo esta ideia de criar um novo blog, há algum tempo. O Número de Matrícula na Armada foi chão que deu boas uvas, mas era tempo de desembarcar e ingressar na vida civil a sério, Por isso aqui estou para vos falar de tudo e de nada em particular, daquilo que me vier à cabeça e espero recolha a vossa aprovação».

Me and my numbers, «estestodosououtros» foi aquilo em que pensei, quando quis esquecer o aspecto militar da minha vida. Como militar nunca subi muito na engrenagem classista, como estudante nunca cheguei a doutor nem engenheiro, como civil, estudante e trabalhador, sempre tive um número que me definiu.

Lembro-me de, nos anos 50 do século passado, ter ingressado num colégio interno e ter sido recomendado à minha família que marcasse todos os meus pertences com o número 57, pois assim passaria a ser identificado em todos os serviços do colégio, desde a lavandaria, para não se extraviarem as minhas roupas, à secretaria, onde seriam registadas as minhas notas, assim como os castigos recebidos.

O menino (!) 57 durou 4 longos anos daquilo que considero um cativeiro que agradou a muito poucos. Nós éramos um conjunto de duas turmas com mais ou menos 30 alunos cada e só um chegou ao fim! Muita disciplina, bons mestres (com raras excepções), boas instalações, boas refeições e criadagem atenta. Mas faz-me lembrar aquilo do passarinho na gaiola que canta para ver se conquista a liberdade.

Assim, para completar o 5º Ano dos Liceus que a tanto chegou a minha formação, mudei-me para outro colégio, desta vez como aluno externo, e para ter uma identidade própria carimbaram-me com o número 73. Lembro-me que os professores teimavam em fazer a chamada pelos números para não se verem obrigados a dizer, o menino Chico, o menino Luís, ou o menino Abílio que eram todos filhos de juízes, advogados ou militares de carreira e impunham respeito à direcção do colégio.

Terminada a minha vida de estudante, ingressei na vida activa, na Indústria Têxtil, o que durou apenas 13 meses por ter-me decidido a apresentar na Marinha de Guerra, como voluntário, mas essa parte da História, assim como de me terem matriculado com o número 29 (por extenso 16429), já conhecem de ginjeira! À indústria dos farrapos haveria de voltar, mais tarde, depois de uma curta experiência na Cordoaria e na emigração, em que fui trabalhador de ferro em frio. O serviço de ferro em quente era bem pago, mas muito pesado para quem nunca tinha trabalhado a sério.

Devo ter tido também números de identificação nessas empresas que me empregaram nos anos de 1969/1970/1971, mas, sinceramente, não tenho a mínima recordação de quais seriam, pois não deixaram qualquer marca na minha memória que é um tanto ou quanto selectiva e guarda apenas aquilo em que reconhece algum valor. Depois disso e até à minha reforma só conheci uma empresa, da Indústria de Confecções (de roupa exterior para homem) e aí recebi o número 31, como se tivesse assentado praça na tropa!

De parto natural!

 Hoje é o Dia da Mãe 2026!

A função da mãe é dar à luz!

E assim nasceu este blog, onde planeio passar o resto dos meus dias como escritor de blogs!

Seja bem vindo quem vier por bem!



Ainda Moçambique!

 Como, hoje, não tenho muito tempo para escrever, e o tema de ontem foi Moçambique, lembrei-me de vos oferecer uma musiquinha que foi sucess...