terça-feira, 22 de setembro de 2026

Dia importante!

Começo por notar que o Blogger já começou a trabalhar nas actualizações, mas não foi longe! Apenas a publicação da Fatyly foi actualizado na minha lista de blogs, todo o resto continua na mesma (como a lesma)!

Hoje, será um dia grande, em Nova Iorque, por causa dos craques mundiais que lá se vão juntar para a Assembleia Geral da ONU que se realiza esta semana. Amigos de uns, inimigos de outros vão cruzar-se a cada passo que derem dentro do grande edifício sede dessa organização que nasceu no fim da II Grande Guerra com o intuito de nunca deixar começar a III.

Tenho aqui repetido várias vezes que a acho obsoleta e gostaria de a ver ressurgir noutro lado que não nos EUA, com uma nova cara e uma orgânica mais actualizada. Há assuntos importantes, a nível mundial, que só uma organização transnacional como esta consegue resolver e, por essa razão, deve continuar a existir, mas não sob a "pata" dos EUA.

Muitas pessoas importantes, assim como outras que procuram sê-lo, passarão por lá para fazer o seu discurso e convencer os outros das suas próprias ideias, convencidos que só eles conhecem o caminho certo para chegar à felicidade que prometeram aos seus governados. Hoje, será Lula da Silva, presidente do Brasil (e candidato a um novo mandato) que abrirá as "hostilidades" e, depois de amanhã, será o nosso PM, Luís Montenegro, a mostrar ao mundo como se governa um país pequeno e sem recursos, como o nosso.

Estarão lá grandes inimigos da Humanidade, com milhares de vítimas inocentes a pesar-lhe na consciência, como é o caso de Lavrov, o ministro de Putin que acha muito bem o que está a acontecer na Ucrânia e aprova tudo o que o seu chefe determina. A Ucrânia, ou parte dela, fazem parte da Grande Rússia, no seu entender, e deve ser regida a partir de Moscovo. Mas não estará sozinho, os outros líderes dos BRICS pensam da mesma forma e estarão lá também.

Estará lá e num lugar especial, visto estar no seu país, Donald Trump, assim como os representantes de todos os países do Médio Oriente que andam às turras uns com os outros. O petróleo e o seu preço especulativo são a razão de todos os problemas, mas a fabricação e venda de armas e munições para as guerras que os afligem são, diria eu que sou um leigo na matéria, tão ou mais importante que isso. Podiam discutir isso abertamente nesta assembleia e descobrir o caminho para a paz, mas isso não interessa muito a quem lucra com o negócio, Trump e Putin, em primeiro lugar.

A fome e as guerras, em África, serão temas obrigatórios. A descolonização, iniciada a meio do século passado, já devia ter dado a independência, de facto, a muitos desses países, mas assim não aconteceu, parece estarem cada vez mais dependentes da ajuda de terceiros, seja em bens alimentares, assistência médica e medicamentosa, ou até em protecção civil em guerras internas que não conseguem debelar. Quanto mais miseráveis mais guerreiam entre si!

Zonas mais ricas, com a zona mineira do Congo, ou a do petróleo e gás, no norte de Moçambique, ou na Nigéria, deveram ajudar a colmatar os grandes problemas com que se debatem, mas acabam por piorar ainda mais a situação, com a luta interna para controlar esses recursos caídos do céu. Tudo agravado ainda pela separação religiosa que lhes dá jeito invocar. Será que a ONU pode fazer alguma coisa para os ajudar a resolver a questão, além de enviar tropas para proteger os inocentes que morrem sem ter culpa nenhuma no que ali se passa? Espero que sim!


Cenas actuais de Cabo Delgado, Moçambique 

3 comentários:

  1. Concordo contigo e acho estas reuniões não dão em nada de maneira a parar as guerras!
    Beijos e um bom dia!

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  2. Desde a invasão a Israel por terroristas, vacinas da Covid à matança de cristãos na Nigéria & Moçamique a ONU tem sido um desastre. O que essa corrupta Organização tem feito nestes últimos anos como se viu em Gaza é apenas promover uma agenda ideológica em suas decisões e programas. Basta pesquizar quem são os dirigentes komunas-woke da ONU para saber à especie a que pertecem. Infelizmente só Donald Trump tem coragem de desmascarar um dos maiores embustes deste século. Que o Guterres se reforme em Gaza com os seus amigos do Hamas porque só a presença do socialista em território nacional... dá calafrios!

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  3. O Conselho de Segurança da ONU reflete os equilíbrios de poder de 1945. Regiões inteiras, como o continente africano, continuam sem assentos permanentes com direito a veto, o que mina a legitimidade da organização. A localização da sede em Nova Iorque e o peso financeiro dos EUA levantam frequentemente debates sobre a neutralidade e a imunidade diplomática necessárias para uma governação verdadeiramente transnacional. Embora muitos considerem a burocracia obsoleta para lidar com ameaças modernas — como a inteligência artificial, ciberguerras e crises climáticas —, a ONU continua a ser o único fórum universal para a prevenção de conflitos à escala global. É importante que o sucessor de Guterres não seja tão fraco vs. cobarde como o nosso compatriota.

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