terça-feira, 25 de agosto de 2026

A quem possa interessar!

Ou, como diz o inglês, "to whom it may concern"! Não posso esquecer os anglófilos, pois é deles o primeiro lugar do pódio dos meus visitantes. Embora desconfie tratar-se Bots da Google e não pessoas reais. Mas com a influência da IA tanto contam uns como as outras!

Isto das estatísticas tem o seu interesse para nos guiar nos temas que escolhemos abordar. Isto para não ficarmos a falar (escrever) para as moscas! Nos últimos 7 dias tive sempre mais de 100 visitas diárias e um dia ultrapassei as 800!

Os 4 países com mais visitantes são, por esta ordem, Estados Unidos, Portugal, Alemanha e Austrália. Ou seja, os bots da Google, os meus seguidores portugueses, a Fatyly e a Ematejoca e depois  o Valdemar Alves! Com uma pequena margem de erro!

As capulanas!

 


Uma negrinha de capulana e sem mais nada por baixo, além de umas voltas de missangas a enfeitar os pelos púbicos, era uma alegria para os milhares de combatentes que, de um dia para o outro, encheram Moçambique!

Nada que se pareça com a retratada aqui ao lado que já é produto de moda de alguma costureira que já passou por Paris. As capulanas à venda, em Moçambique, por uns poucos de escudos eram nada mais e nada menos que um pano de chita - pano de algodão barato, em ponto de tafetá e estampado com motivos de cores berrantes - de 140X140 centímetros.

As dimensões tinham a ver com os teares em que era tecida a chita com fio de algodão ido de Moçambique para as fábricas têxteis do Vale do Ave, em que iniciei a minha vida profissional. Eram máquinas compradas na Suíça (de melhor qualidade) ou em Itália (para quem tinha menos dinheiro) e que só teciam pano da largura de 0,90 ou 1,40 metros.

O meu primeiro emprego foi como «apontador da casa do pano», posto importante, onde as tecedeiras iam entregar o produto do seu trabalho e que dava ao patrão duas informações importantes. Em primeiro lugar, quanto produzia a sua tecelagem e, em segundo lugar, que salário era devido à tecedeira que ganhava por metro produzido.

Passaram-me pelas mãos alguns milhares de cortes (com, aproximadamente 50 metros) de chita e outros tecidos mais nobres que davam pelos nomes de Suévia, Baiela ou Flanela, além de muitos padrões para camisaria de homem e blusas de mulher. Não durou mais de 13 meses esse meu emprego, várias razões me levaram a desistir dele e alistar-me na Marinha, como voluntário, no dia em que completei 18 anos (no dia 9 de Março de 1962).

A pressa era tanta em arranjar combatentes para a Guerra Colonial que oito meses depois já estava eu em Moçambique a ver as moçoilas de cor acastanhada - preta nunca vi nenhuma - vestidas com o mesmo pano que me tinha passado pelas mãos, meia dúzia de meses antes. Chita de 1,40 de largura que os cantineiros espalhados pelo mato, em todo o Moçambique, dobravam em triângulo para estabelecer a medida exacta, davam um pequeno corte com a tesoura e rasgavam como se fosse papel.

Ao lado da cerca de arame farpado do Quartel de Fuzileiros da Machava (Infulene) corria uma picada por onde passavam filas de indígenas - assim chamados por oposição aos brancos de origem europeia - a toda a hora do dia. Algumas catraias, ainda longe dos 20 anos de idade, carregavam bilhas de água ou cestos onde levavam mandioca ou outros mantimentos para a família.

Um dos desportos que cedo descobrimos foi caminharmos ao lado delas e, sem prévio aviso, puxar a capulana que as cobria, deixando a descoberto a beleza que Deus houve por bem dar a cada uma. Algumas não teriam grande coisa a agradecer ao Criador, mas, de vez em quando, lá aparecia uma que merecia uma estátua. A Angelina ficou-me na memória até ao dia em que eu feche os olhos para este mundo!

Depois fui para o norte, lugar em que a vida dos residentes continuava como há alguns séculos atrás, salvo a introdução das capulanas que era uma invenção portuguesa do século XX. E a canalha miúda, até por volta dos 10 anos, andava nuazinha como veio ao mundo. Na imagem acima, pode ver-se uma habitante do Lago, onde passei algum tempo da minha vida, vestida com a tradicional capulana.

Depois da janta (?) havia que lavar a loiça, depois dar banho à criança e de seguida desapertar a capulana e fazer a sua higiene diária. Tão simples como isso, era apenas necessário dar dois passos em direcção a águas mais profundas e gozar da liberdade que a natureza lhe oferecia. Casa de banho, em casa? Ninguém sabia o que isso era!


segunda-feira, 24 de agosto de 2026

A «Rota do Ártico»!

Inaugurada pela China no último trimestre do ano passado!

Outras potências, como Estados Unidos, Rússia, Coreia do Sul e Dinamarca, também estão competindo pelo controle do Ártico, uma região estratégica rica em recursos e rotas emergentes, anunciando uma nova fase de disputa econômica e geopolítica pelo "norte do norte".


O aquecimento global tem destas coisas! Com muito menos gelo nas zonas polares fica mais espaço para a humanidade se esticar. E com as guerras e a pirataria a tornar a navegação quase impossível pela rota do Mar Vermelho, qualquer iniciativa do género daquela que a China levou à prática é sempre bem vinda.

De facto, a partir do Japão, China ou Coreia, rumar à Europa através do Estreito de Béring é muito melhor do que dar a volta ao continente africano, no caso de a rota do Mar Vermelho ficar fora de serviço, seja por acção dos piratas ou pela Guerra do Irão de quem os Houtis do Iémen são aliados.

Todos os estreitos que é preciso atravessar até chegar à Europa podem ser um obstáculo e vivendo como temos vivido, nos últimos tempos, sob a ameaça de guerras diversas, se os pudermos evitar, navegando pelo Oceano Glaciar Ártico, tanto melhor. Assim o gelo o permita e não jogue icebergs contra os navios, como fez com o Titanic.

No passado sábado saiu da Coreia do Sul um navio porta-contentores para testar a nova rota. Prevê-se que a viagem dure cerca de 45 dias, visitando os portos de Felixstowe, Roterdão e Gdansk, antes de inverter a rota e voltar a casa. Vi essa notícia na TV, durante o fim de semana, o que me deu a ideia para escrever esta crónica.

Quem vai delirar com esta notícia é o Putin que se vai ficar a rir com as sanções que o proíbem de exportar o seu petróleo para onde dele precisem, em especial a China e a Índia. Esta nova rota ficará 100% sob a sua alçada e só lá passam (à vontade) os comunistas como ele, a a China ou a Coreia do Norte.

Acresce ainda que o petróleo do Irão pode viajar para a Rússia, através do Mar Cáspio, e seguir essa rota para chegar à China, ficando os iranianos a rir-se do bloqueio do Trump. Claro que tudo isto tem os seus custos, mas é uma porta que se abre para quem não se quer submeter ao poderio americano.

Porta-contentores ACRO na hora da partida
a caminho do Polo Norte!

domingo, 23 de agosto de 2026

Elas eram quatro!

 Tenho muitos álbuns de fotografias, daqueles que se usavam antes de haver uma pen ou a nuvem, onde agora a Google ou a Microsoft, para não falar na Meta, as guardam para nós. Ontem, fui buscar o meu mais antigo, o número 1, onde pensava ter guardado uma foto que não encontrei. De caminho dei de caras com uma das minhas apaixonadas do tempo que vivi em Lourenço Marques.

Quando me casei, a minha jovem mulher deitou as mãos aos meus álbuns e rasgou as fotos de todas aquelas que lhe cheiravam a rival. Estive para me zangar a sério por causa disso, mas decidi que o casamento era mais importante que umas fotos de umas tantas mulheres, algumas das quais nunca significaram nada para mim.

Um homem solteiro ou tem namorada ou anda à procura de uma. E quando uma passa à história volta ao "campo de batalha" à procura de outra que substitua a que se foi. Estava eu numa dessas fases, quando aceitei o convite de um camarada meu para o acompanhar numa tarde de domingo. Ele andava de olho numa catraia que saía sempre acompanhada com 3 amigas. Ele conhecia-a do trabalho, atrás de um balcão, mas só aos domingos, quando não estava de serviço de sentinela, podia passear com ela e dar-lhe a mãozinha, como era hábito nesses recuados tempos do século XX.

Não se sentia confortável no meio de 4 mulheres, todas na casa dos 20 anos, e pediu-me para o acompanhar, segredando-me que todas eram livres e talvez eu pudesse arranjar "negócio" com alguma delas. Foi apenas a primeira vez que o fiz, outras se seguiram, nos meses seguintes, antes de a guerra me levar para o norte e para o meio do mato, onde só havia negrinhas embrulhadas em floridas capulanas.

Das 3 restantes, descontada aquela que estava na lista dele, engracei com uma bonitinha de nariz arrebitado, mas pouco tempo depois desanimei, quando descobri que ela usava uma prótese dentária com os dois incisivos e tinha o costume de a fazer oscilar com um movimento, talvez involuntário, da sua língua. Qualquer homem "arrefece", quando pensa em beijar uma miúda com prótese dentária!

Das outras duas, uma era poveira, filha de um mestre da Capitania do Porto de Lourenço Marques e falava comigo com o à vontade de uma filha da terra. A outra era irmão da pretendida pelo meu camarada fuzo e parecia-me séria demais para alinhar em namoricos de ocasião. Por isso eu nunca "me fiz ao piso" e acabei por sair, algumas vezes sozinho, com a poveira.

Fomos para o mato e regressámos, cerca de um ano depois, mas não voltei aos passeios domingueiros de antigamente. No dia antes de embarcarmos no Vera Cruz para regressar a Lisboa, o meu camarada marcou um encontro com a namorada para se despedir e mais uma vez me desafiou a ir com ele. Beijinho para cá, beijinho para lá, promessas de ficar a escrever umas cartas, a irmã séria meteu-me uma foto na mão com uma dedicatória pelos meus 24 anos que comemoraria durante a viagem.

E quando aportámos a Luanda, tinha uma carta dela á minha espera! Talvez ela pensasse que a irmã viesse a casar com o meu camarada e andando nós juntos, quem sabe, ela tinha uma hipótese de ficar comigo. Sabe Deus e mais ninguém o que vai na cabeça de uma rapariga daquela idade e cujo sonho é casar, muitas vezes sem poder escolher o marido mais conveniente. Eu limitei-me a colar a foto dela, uma grande com a tal dedicatória que sofreu a censura da minha mulher, e uma mais pequenina que escapou à fúria do ciúme e escapou para me fazer recordar esta história.

Tal como reza o ditado, o homem põe e Deus dispõe, e quis o destino que alguns anos depois, essa amiga poveira do grupo da 4, aparecesse aqui na Póvoa e com uma filha nos braços. Pelos vistos, o namoro que não vingou comigo acabou por vingar com outro marujo que prestava serviço no Comando Naval e ela acabou por ficar grávida. Depois de muita guerra com o pai, por causa disso, acabou por regressar à Metrópole, talvez combinada com o pai da filha para se casarem, depois de ele acabar a comissão.

O destino tem destas coisas, ela acabou por fazer amizade com a minha mulher e foi-lhe logo confidenciando que tínhamos tido um breve namoro nesses tempos dourados da juventude. Felizmente não houve tempestade por causa disso e, numa altura em que nos encontramos sem a presença da minha mulher, falámos, livremente, sobre essas tardes domingueiras em Lourenço Marques e ela confidenciou-me que essa amiga que me deu a foto com dedicatória era "apaixonadíssima" por mim.

Coitada da Gina (era assim que se chamava), primeiro viu o meu jogo com a amiga dos incisivos postiços e depois as saídas com a poveirinha, como havia ela de contra atacar e ficar com o pretendente livre do grupo. Ela era do género envergonhado e nunca daria o primeiro passo e eu não tive tempo de perceber os seus sentimentos, a minha prioridade era a guerra, tudo o resto era secundário!

Eu com a poveira à direita e a minha
primeira escolha, à esquerda!

sábado, 22 de agosto de 2026

Dusseldorf!

 

No tempo em que que a minha (?) empresa nadava em dinheiro, última década do século XX, abrimos um escritório nesta linda cidade alemã. Na verdade era um apartamento enorme, em que o responsável pelo mercado da Alemanha e Benelux, assentou arraiais para estar mais à vontade e poupar uns cobres em contas de hotel.

Alugar um apartamento de 5 divisões num local assim privilegiado não deve ter ficado barato, mas nessa altura em que o mundo dos têxteis estava em retracção acelerada não se olhava a gastos para tentar segurar os clientes. O meu amigo Tony, filho de emigrantes na Bélgica e grande poliglota, era o encarregado dos negócios. As feiras de moda, ora em Colónia ora em Neuss, davam-lhe a oportunidade de pescar uns clientes que levava para o escritório, onde tinha montado um salão de exposição com a nossa colecção, e puxar pelo negócio. Estive lá com ele na altura da inauguração.



No ano seguinte, durante uma viagem que fiz para visitar algumas fábricas de tecidos, na zona da fronteira dos Países Baixos (cuidado, agora não se pode dizer Holanda), aproveitei para passar de novo pelo escritório, saboreamos ambos um copo de whisky velho, daquele que era reservado para os bons clientes, e perguntei ao Tony por que razão as encomendas não tinham ainda começado a chegar a Vila do Conde. A vida está muito difícil, disse-me ele, os clientes preferem voar para Hong-Kong e deixam-me aqui às moscas.

Quando chegámos ao ano de 1995 e os números começaram a tender para o vermelho, foi preciso cortar algumas gorduras e esse escritório foi um dos primeiros sacrificados. O Tony passou a representar o mercado francês que também não durou muito tempo, Marrocos, Argélia e Tunísia trabalhavam a metade do nosso preço, e acabaria por despedir-se e ir trabalhar por conta própria, antes da virada do século.

Nunca passei um fim de semana na cidade de Dusseldorf, a minha base era em Colónia, até por causa da minha filha que morava para esses lados, e não tive grandes ocasiões para explorar a cidade que dizem ser muito bonita. situada nas margens do Reno, onde se ergue imponente a Torre da TV que apenas vi ao longe!


sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Sinto-me ... anestesiado!

 Não sei o que a Drª Patrícia mandou meter no pacote que a farmácia entregou ao enfermeiro para me injectar nas veias!

Aquilo que sei é que ando meio adormecido, desde segunda-feira. dia em que passei oito horas de papo para o ar no hospital de dia do HPH. Ando aos sss, mal me equilibro, visão diminuída e sem força nas canetas!

Obras em casa, pó por todos os lados, pirei-me para a rua mal acabei de engolir o pequeno almoço. Queria vender o meu carro número 3, marquei encontro com um comprador que pretendia levá-lo por menos de metade do que ele vale, mas acabou por nem aparecer. De certa maneira fiquei contente!

Parei num boteco para almoçar uma carne estufada que me saltou à vista na ementa pendurada na porta. Afinal era uma espécie de rojões à moda da casa que mastiguei até me cansar e desistir do resto. A acompanhar trazia uma folha de alface e duas meias luas de um tomate já maduro demais!

Qual sonâmbulo em noite de pouco sono dirigi-me para o local do encontro, esperei, telefonei, não fui atendido, voltei a telefonar, de novo sem resposta, despedi-me do carrito que lá ficou triste e cheio de pó à espera de alguém que não tenha dinheiro para comprar coisa melhor. Regressei a casa e estiquei-me ao comprido até à hora em que me tinham prometido um jogo épico na Luz.

Mastiguei uma sandes de presunto, empurrei-a pela goela abaixo com um copo de Pias seguida de um creme de legumes que a minha sócia fez o favor de me preparar e fui para a sala ver o Benfica no tal jogo que, por causa dos 7 a 0 de segunda-feira, prometeram que seria um estrondo. Não foi, mas ganhámos e isso era o que se pretendia, ou seja, tudo está bem, quando acaba bem!

Só que comigo, sinto que nem tudo está bem, sinto-me como se estivesse dentro de um corpo que não comando nem domino. Vou ter que esperar até 15 de Setembro para repetir o tratamento e ver se a reacção é a mesma. Mas, entretanto, espero acordar desta modorra em que me sinto afundado!

Bom fim de semana e boas férias a quem tem direito a elas! 

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Eu comentador!

 Não faltam notícias que merecem o meu comentário, só fico triste por ninguém pagar o serviço que faço em favor da sociedade! Já ouvi dizer que trabalhar para aquecer, mais vale morrer de frio (com mais 2 versos a rimar, faria de mim poeta com brio).

O Trump continua com as palhaçadas do costume, declarou a zona do Estreito de Ormuz como território americano e suspendeu as super tarifas aplicadas ao Canadá. Quer isso dizer que já desistiu de fazer desse país o 51º estado da União? Ele ainda tem o assunto da Venezuela em Banho Maria e nem quero falar da Groenlândia ou de Cuba que esses dossiers correm o risco de ficar por resolver, pois o seu mandato vai a caminho do fim e não haverá meio de alterar isso.

Com todas essas avenças e desavenças, continua o petróleo em alta e nós, pobres lusitanos, a pagar pelos pecados de outros. O nosso ministro das finanças e mais o seu chefe, que é quem em tudo manda, devem esfregar as mãos de contentes, pois sem fazerem o menor esforço vêem o dinheirinho a fluir para os cofres públicos, tal com fonte que nunca seca lá para os lados do Gerês!

A bagunça nos hospitais voltou com a entrada de férias dos profissionais de saúde. Nada de novo nem de nos deixar surpreendidos, não se consegue fazer com 50 aquilo que, muito dificilmente, se faz com 100! Deitar a culpa à senhora ministra também não serve de nada, o melhor será proibir as pessoas de ficar doentes, durante o tempo de férias do pessoal da saúde. Voltar aos velhos hábitos das mezinhas caseiras que usavam os nossos avós!

O assunto dos exames, das revisões, da falta de notas e da sombra negra que paira sobre o início do novo Ano Lectivo tem andado um pouco esquecido. Talvez seja a folga que o Ministro da Educação precisa para escapar a uma possível revolução no governo que a oposição exige cada vez com mais força. São 3 os ministros com a corda na garganta e veremos se escapam ao julgamento popular.

A última bronca que veio a lume tem a ver com o excedente que passou a deficit na Segurança Social. Eram 2 mil milhões a mais, agora são 2 mil milhões a menos. Alto lá com a festa, estamos a falar de 4 mil milhões de diferença. E o culpado quem é? Aquele que decidiu que mais ninguém descontaria para a CGA e todos os trabalhadores ficariam abrangidos pela Segurança Social. Já não recordo quem foi, talvez o Sócrates, mas também não vou perder tempo a investigar isso. Quando se faz uma reforma essas tem que ser planeada em todo o detalhe e acompanhada até ao fim.

O problema é que os mais altos ordenados da nação portuguesa, os dos funcionários públicos, descontavam para a CGA e por ela foram reformados e continuam a receber a sua reforma todos os meses. Sem dinheiro a entrar e com a inflação a fazer subir a despesa, ano após ano, é natural que o deficit da CGA se vá agravando. Mas sempre esteve previsto que haveria uma parcela do Orçamento de Estado para cobrir essa falha.

Sempre esteve previsto que o dinheiro ia faltar
e como isso seria resolvido!

Por essa razão, não podem agora vir atirar areia para os olhos dos portugueses dizendo que a Segurança Social tem um deficit de perto de 2 mil milhões, pois isso é mentira. As contas da Segurança Social devem ser mantidas aparte das da CGA e cada um que aguente com os seus lucros ou prejuízos. De momento, com a participação dos muitos imigrantes que têm vindo a ser empregados, tanto na agricultura, como na indústria ou serviços, a situação da SS é positiva. Os outros que se amanhem como puderem!

Comecei com o Trump e vou acabar com o Putin, duas faces da mesma moeda, que vêem o mundo pelo mesmo prisma e se regem pelas mesmas regras. Desde que lucrem com isso, para eles qualquer solução é boa. Pois, o grande urso siberiano tem visto sua vida a andar para trás, com misseis e drones a cair no seu quintal, coisa que ele estava longe de imaginar como possível. E vai culpando os ingleses, além dos portugueses, por estarem a fornecer drones, ou parte deles, ao presidente Zelensky que os põe a voar em direcção a Moscovo.

Não sabemos o quanto pode ainda durar a Guerra da Ucrânia. Os russos parecem não ter força suficiente para subjugar os ucranianos e estes vão buscar capacidade de resistência só Deus sabe onde. Têm mais um longo inverno pela frente e, se não forem os da casa a roer a corda ao presidente/actor, estou convencido que ressurgirão, na próxima Primavera, mais fortes e resilientes que nunca!

Põe-te a pau Vladimir que começas a ter as calças coladas ao cu!!!

Ao ataque!

À defesa!

Dia de recados!

  Recado Nº 1 Há duas maneiras de entrar num blog, se isso é feito a partir de uma lista de blogs apresentada em qualquer blog. Ou se clica ...