O Trump estava na Turquia e andar por aquelas paragens com tantos drones, mísseis e outras coisas voadoras carregadas de alto explosivo é um risco a evitar. Ele soube, desconfiou ou disseram-lhe que os barbudos do Irão tentariam atirar ao chão o Air Force One, logo que ele descolasse. E, como homem prevenido vale por dois, ele levantou voo e foi aterrar num aeroporto vizinho e em segredo trocar de avião, não fosse o diabo tecê-las!
Ele farta-se de gritar aos quatro ventos que já destruiu o Irão por completo. Que eles já não têm aviação, nem Marinha, nem coisa nenhuma, mas talvez o pudessem atirar abaixo com uma fisga, ou pedindo ajuda a algum dos amigos que ainda têm alguma coisa capaz de perseguir e fazer explodir o avião em que ele faz questão de correr o mundo.
O mais seguro mesmo é fugir da zona de perigo, quanto mais depressa melhor, e foi, exactamente, isso que ele fez. Pelo menos é o que afirmam os noticiários que aproveitei para ver, durante mais uma noite mal dormida. Já não me bastavam os males que tinha, de um momento para o outro inchou-me o joelho esquerdo, o que me provoca umas dores danadas e não me deixa dormir. Esta foi a segunda noite de vigília, mas carreguei-lhe no Ben-U-Ron e no Exxib e passei-a um pouco melhor que a anterior.
Por ter falado no meu joelho esquerdo, vou contar-vos um pequeno pormenor da minha vida que, acho eu, nunca mencionei em nenhuma das abordagens que tenho feito sobre a minha vida privada. Não tem nada de especial, nem interessante, mas eu vivo de recordar tudo aquilo por que passei e este é apenas mais um caso desses.
Eu sou direito em tudo, refiro-me ao uso da mão direita, claro. Mas, embora eu nunca tenha sido bom a jogar futebol, só chuto com o pé esquerdo. Ou melhor dizendo, eu também chutava a bola com o pé direito, até ao dia em que, ao marcar um penalti, fiz uma entorse no joelho que me mandou para o enfermaria do colégio, durante um mês inteirinho. Depois de recuperado, mas ainda algo dorido, nunca mais tive coragem de chutar a bola com o pé direito.
Aprendi a chutar com o pé esquerdo e, mais tarde, durante a minha vida de adulto, fiquei convencido que o fazia melhor que com o direito, o qual usei até por volta dos meus 13 anos de idade. E assim agora já me não posso vangloriar de ser direito em tudo, pois o pé, e também alguns neurónios que se habituaram a ser independentes, me puxam para as esquerdas!
No próximo fim de semana acontece, aqui no meu burgo, a grande festa da Póvoa. Quem for amigo de procissões e romarias pode aparecer por aí para se misturar com a multidão que vem do interior, deste e de outros concelhos vizinhos, para ver os andores e ouvir os foguetes estourar, sobre o porto de pesca. A N. S. da Assunção é a padroeira dos pescadores poveiros e a festa já foi grande, quando a frota pesqueira era grande também, Mas depois apareceu o Cavaco (mais conhecido por Múmia de Boliqueime) que se encarregou de a destruir e sem os frutos da pesca (ou a sua redução à ínfima espécie) os pescadores não têm os fundos necessários para promover uma grande festa, como antigamente!

O Irão faz-me lembrar a Ponte Salazar: Mudaram o nome de um país por causa de uma fanática religião e mudaram o nome de uma Ponte por causa de uma estúpida ideologia. Entretanto acredito no Trump: o Irão neste momento nem fisgas deve ter mas tem-nas os vizinhos... que lhas emprestam!
ResponderEliminarCobarde, é o que o Trump é! Só tem garganta... ele que se ponham fino senão os islamitas poem-no a cuspir fininho.
ResponderEliminarBoa noite.