Parece que os bots da Google já me descobriram!
Não tarda começam a ganhar dinheiro comigo e ... fico famoso!!!
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Mão direita fora de serviço!
Impossível teclar!
Coisas do ácido úrico, penso eu!
Regresso logo que me sinta capaz!
Tenho visto muito bons jogos, de equipas não favoritas, assim como algumas decepções com equipas de quem se esperava mais. Nem vou falar de Cabo Verde, mas, entre outras, gostei de Marrocos, do Senegal e do Japão. O resultado gordo da Mannschaft germânica é um aviso, assim como o Hat-Trick do Messi e o bis do Mbapé são razões de força para moderarmos o nosso optimismo. Nada de cantar de galo antes de tempo.
Já icei a bandeira verde/rubra no meio do meu quintal, a quatro metros de altura e espero que isso nos traga a sorte que precisamos, pois sem ela não chegaremos a lado nenhum. Dar tudo por tudo e sem peneiras pelos primeiros 3 pontos, pois se falhamos esse objectivo tudo ficará muito mais complicado!
Vamos lá cambada, como cantava o Herman, e força nas canetas !!!
... ou se chore!
O caso do Odair Moniz é um mau exemplo daquilo que, cada vez mais, acontece em Portugal. Ora é a polícia que exagera na autoridade com que aborda os cidadãos, ora são os cidadãos que faltam ao respeito às autoridades e acabam por complicar tudo. Mas quando entregam uma pistola a um polícia tem que haver a certeza que ele saberá quando utilizá-la e não lhe podem cair todos em cima, logo que carrega no gatilho. Nada teria acontecido se o Odair obedecesse às ordens da polícia, logo é ele o culpado daquilo que lhe aconteceu, tornando o polícia inocente e merecedor de castigo nenhum.
Quanto ao machista que (por aquilo que ouvi) é useiro e vezeiro a bater em mulheres, ele merecia ser internado, durante alguns meses, numa casa de doidos e ser sujeito a um tratamento psiquiátrico ajustado ao seu caso. Três anos de prisão, suspensa ou não, parece-me coisa de juiz que não sabe bem como as coisas funcionam neste mundo. E se é a nossa lei que o obriga a ir por esse caminho que se recuse a julgar e exija a alteração do que está mal.
De leis não percebo patavina, mas isto que acabei de escrever é o que me dita o senso comum, coisa que parece andar arredada da cabeça de muita gente!
Foi a rainha D. Leonor que iniciou a obra das Misericórdias, quando ficou viúva e não encontrou coisa melhor para fazer que tratar dos pob...