segunda-feira, 22 de junho de 2026

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Lesionado!

 Mão direita fora de serviço!

Impossível teclar!

Coisas do ácido úrico, penso eu!

Regresso logo que me sinta capaz!



quarta-feira, 17 de junho de 2026

É hoje, minha gente!

 

Tinha decidido não escrever uma linha sobre o Campeonato do Mundo de Futebol até acontecer o primeiro jogo. Se conseguíssemos um vitória seria uma publicação cheia de vivas aos nossos craques, se, pelo contrário, não conseguíssemos ganhar tentaria dissecar aqui as razões para tal. Mas, hoje, que é chegado o dia do primeiro jogo, isso cheira-me a cobardia e resolvi mudar de atitude.

Se não estivermos todos com espírito ganhador é que as coisas não acontecem mesmo. Para más notícias já nos basta a lesão do Ruben Dias, o patrão da nossa defesa, e o anúncio da saída do seleccionador, logo que termine a prova. Não sei porquê, mas cheira-me que alguém teve interesse em dar a notícia ontem, na véspera do jogo, talvez tentando quebrar a moral das nossas tropas.

Tenho visto muito bons jogos, de equipas não favoritas, assim como algumas decepções com equipas de quem se esperava mais. Nem vou falar de Cabo Verde, mas, entre outras, gostei de Marrocos, do Senegal e do Japão. O resultado gordo da Mannschaft germânica é um aviso, assim como o Hat-Trick do Messi e o bis do Mbapé são razões de força para moderarmos o nosso optimismo. Nada de cantar de galo antes de tempo.

Já icei a bandeira verde/rubra no meio do meu quintal, a quatro metros de altura e espero que isso nos traga a sorte que precisamos, pois sem ela não chegaremos a lado nenhum. Dar tudo por tudo e sem peneiras pelos primeiros 3 pontos, pois se falhamos esse objectivo tudo ficará muito mais complicado!

Vamos lá cambada, como cantava o Herman, e força nas canetas !!!

 

terça-feira, 16 de junho de 2026

Não sei se ria ...!

 ... ou se chore!


A nossa televisão mexeriqueira, órgão de informação da Média Livre, deu, ontem, grande destaque às sentenças de pena suspensa (3 anos e meio) em dois casos que são completamente diferentes e se esperaria que a nossa Justiça o reconhecesse. Um dos acusados deu duas lambadas na namorada - nem faço ideia se ela as mereceu e/ou gostou de as apanhar, há um ditado que afirma "quanto mais me bates mais gosto de ti" - e o outro que era polícia matou a tiro um "artista" que resistiu à autoridade.

Não vejo que semelhança pode haver entre os dois casos para terem merecido uma pena igual. Está na moda a "violência doméstica" e nem quero publicar a minha opinião sobre o assunto, pois acho que as mulheres perdem mais do que ganham ao entrar pelo caminho das queixinhas. Que há casos graves é verdade, mas as autoridades têm que aprender a separar o trigo do joio. Por mera curiosidade refiro o caso do meu genro (divorciado da minha filha) que também teve direito a uma pena igual por se ter defendido da namorada que o atacou de faca em punho.

O caso do Odair Moniz é um mau exemplo daquilo que, cada vez mais, acontece em Portugal. Ora é a polícia que exagera na autoridade com que aborda os cidadãos, ora são os cidadãos que faltam ao respeito às autoridades e acabam por complicar tudo. Mas quando entregam uma pistola a um polícia tem que haver a certeza que ele saberá quando utilizá-la e não lhe podem cair todos em cima, logo que carrega no gatilho. Nada teria acontecido se o Odair obedecesse às ordens da polícia, logo é ele o culpado daquilo que lhe aconteceu, tornando o polícia inocente e merecedor de castigo nenhum.

Quanto ao machista que (por aquilo que ouvi) é useiro e vezeiro a bater em mulheres, ele merecia ser internado, durante alguns meses, numa casa de doidos e ser sujeito a um tratamento psiquiátrico ajustado ao seu caso. Três anos de prisão, suspensa ou não, parece-me coisa de juiz que não sabe bem como as coisas funcionam neste mundo. E se é a nossa lei que o obriga a ir por esse caminho que se recuse a julgar e exija a alteração do que está mal.

De leis não percebo patavina, mas isto que acabei de escrever é o que me dita o senso comum, coisa que parece andar arredada da cabeça de muita gente!

O lado social da coisa!

  Foi a rainha D. Leonor que iniciou a obra das Misericórdias, quando ficou viúva e não encontrou coisa melhor para fazer que tratar dos pob...