sábado, 23 de maio de 2026
Música é alegria!
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Não sou famoso (ainda)!
Este mundo cão!
Olhando para o que se tem passado na Ucrânia, desde Fevereiro de 2022, ou para o monte de destroços em que se transformou Gaza, por obra e graça de Putin e Netanyahu, o abandono de duas crianças de tenra idade nem parece um crime assim tão grave. Não parece, mas é! E uma mãe que é capaz de parir dois rapazinhos como aqueles e depois tem coragem para os deixar sozinhos e à sua sorte num descampado daqueles ... não tem mais coração que Putin ou o judeu que demoliu a Faixa de Gaza e matou umas dezenas de milhar de pessoas.
Monte Novo do Sul é um nome que não diz nada à maioria dos portugueses, mas desde ontem entrou no léxico diário de jornalistas, comentadores e outras aves raras que se dedicam a estas coisas das notícias bombásticas, como é o caso da mui-famosa Tânia Laranjo que só por mero acaso não decifrou o enigma da grávida da Murtosa!
Prometo que ficarei quedo e mudo acerca deste assunto, mas não poderia deixar passar a oportunidade de fazer eco desta notícia e desejar que a dita mãe desnaturada pague, com língua de palmo, pelo crime imperdoável que cometeu!
quinta-feira, 21 de maio de 2026
Aos saltinhos, lá vai ele!
A visita de Trump à China, logo seguida da de Putin, fez com que eu tivesse ouvido muita conversa à moda desse país e houve uma coisa que me chamou a atenção, eles falam aos pulinhos que nem um tarrote (é assim que chamam aos pardais, aqui no Minho) que anda à procura de comida!
Cada Língua tem as suas particularidades, umas mais nasaladas, outras mais guturais ou aspiradas, como a inglesa. O russo, por exemplo, faz-me lembrar os portugueses da Beira Alta que falam achim-achim!
Os americanos assassinam o Inglês, tal e qual como os brasileiros fazem ao Português, mas para nós que não nascemos nem vivemos na Inglaterra, a coisa até fica facilitada, é mais fácil perceber o que Trump diz do que tentar adivinhar o que diz um inglês que come metade das palavras!
Desculpem lá esta publicaçãozinha rasca, mas falta-me a inspiração para fazer coisa melhor! E depois, tenho passado tantas noites em claro, esta última foi mais uma, que o cérebro anda meio anestesiado!
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Ausência forçada!
Nos dois primeiros dias da semana não apareci por aqui, nem sequer liguei o computador! Na segunda foi uma manhã no hospital (nada de novo) e uma tarde num organismo público (grande seca) para tratar de um assunto inadiável. Ontem, terça-feira, foi para cumprir uma promessa feita ao meu irmão Joaquim (o nº 2 dos rapazes da família) de o acompanhar numa viagem de comboio pela Linha do Douro até à Régua que serviria para desanuviar as ideias ligadas ao meu mais recente estado de saúde. A promessa foi feita por ele, mas teria que ser eu a cumpri-la(!).
Hoje, ainda não me poderei dedicar ao meu desporto favorito (sofá da sala na posição horizontal), pois tenho dois assuntos a tratar que me obrigarão a despir o pijama e ir para a rua. Mas passado este dia e até ao dia em que os lisboetas começam a festejar o Santo António, poderei dedicar-me a esse desporto sem interrupção. A Drª Patrícia que é a responsável pela minha saúde, deu-me liberdade, até 12 de Junho, para eu fazer o que quisesse (e pudesse). E não é que eu prefira estar deitado, as minhas pernas é que não colaboram e ficar sentado, horas a fio, é cansativo.
Como podem ver pela imagem acima, uma das minhas companheiras de viagem era uma negrinha bastante jovem, o que me transportou para Moçambique e para os meus 18 anos de idade, quando arranjei uma catraia dessa cor para me entreter, quando não tivesse nada mais importante para fazer e pudesse dar descanso à G3 que era a namorada que me tinham entregue para me fazer companhia, dia e noite, enquanto permanecesse naquela antiga colónia do nosso Império Ultramarino.
De regresso a casa (e à vida presente) esticadinho no sofá para desinchar os pés da caminhada forçada por terras do Douro, vi e ouvi a comunicação do nosso seleccionador nacional sobre quem e porquê decidira convocar para ir até aos States dar uns chutos na bola e entreter meio mundo, entre meados de Junho e meados de Julho, e ajudar a meter nos cofres de alguém mais uns milhõezitos de euros, dólares, libras ou qualquer outra moeda em que sejam negociados os contratos milionários de publicidade.
Sem surpresas, o Ronaldo será pela última vez o capitão das nossas tropas, 27 rapazes sãos e escorreitos que provaram ter mais jeito para driblar e rematar o esférico mais que todos os outros que foram preteridos e ficaram a chuchar no dedo. Sem grande surpresa, apenas 3 desses craques jogam em Portugal, dois no Sporting (Inácio e Trincão) e um no Glorioso (Tomás Araújo). Os outros estão espalhados por clubes europeus, turcos ou sauditas que têm mais dinheiro que nós para dispensar a esses profissionais de carreira curta.
Com alguma surpresa, ficaram de fora jogadores como o António Silva e João Palhinha assim como entraram na convocatória Gonçalo Guedes e Samu Costa. Escolhas que o Martinez teve alguma dificuldade em explicar e em cujas explicações pouca gente (ou ninguém) acreditou. A nossa equipa ficou integrada no grupo K que é composto por 4 países, Portugal, Colômbia, Congo e Uzbequistão, por esta ordem de favoritismo (segundo o meu critério).
Os jogos da primeira fase (apuramento) serão: em 17/Junho contra o Congo, em 23/Junho contra o Uzbequistão e 28/Junho contra a Colômbia, altura em que eu espero que Portugal já esteja em primeiro lugar com 6 pontos. O jogo com a Colômbia será, por conseguinte, determinante para fazermos um pleno de vitórias e conquistar o apuramento sem espinhas. Há por aí alguns jogadores colombianos que jogam, ou já jogaram em clubes portugueses, e vão tentar fazer-nos a vida negra, mas conto com a nossa habilidade para lhes garantir um desgosto, que se contentem com o segundo lugar.
O mau deste campeonato é disputar-se nos EUA e México, o que nos obrigará a algumas noitadas para ver os jogos, mas, como diz o ditado, quem corre por gosto não cansa!
domingo, 17 de maio de 2026
Escolha múltipla!
1) Futebol
Terminou ontem o Campeonato Nacional de Futebol que agora tem outro nome, mas eu gosto de lhe chamar assim. O Benfica não ganhou nada, como se esperava, a vinda de Mourinho custou muito dinheiro ao Benfica e está mais que provado que foi um erro motivado pelo desespero de Rui Costa para justificar o seu novo mandato. A possível entrada na Champions também foi à vida com o empate cedido na semana passada.
O Sporting ficou em segundo, vai à Champions e embolsa os 50 milhões que tanto jeito dariam ao Benfica para melhorar as suas contas. Comprou jogadores caros que provaram ser um erro, paga ordenados milionários e resultado desportivo igual a zero. O rival do Porto levou o título e fez uma festa de arromba, ontem, que mais parecia o S. João tamanha era a afluência de gente de todas as idades. Parabéns para eles que no início da época não eram favoritos.
2) Festival da Eurovisão
Uma loucura de produção televisiva que põe o ênfase em tudo menos nos cantores e na música. O protesto contra Israel estragou um bocado as participações deste ano, além da eliminação precoce de Portugal (que já era previsível), tudo junto fez com que o festival fosse tudo menos bem sucedido. Eu que não maluco por músicas fui lá espreitar por simples curiosidade e poder, hoje, falar-vos disso.
3) Putin vs Zelensky
O cessar fogo temporário que Putin exigia para fazer a festa do dia 9 de Maio foi precedido de grandes bombardeamentos e ainda o prazo acordado não tinha expirado já iam a caminho de Kiev e Odessa mais umas centenas de drones. Diz a comunicação social - e nunca saberemos se é verdadeira ou mentirosa - que só foram atingidos alvos civis e zonas residenciais. Pelo contrário, a Ucrânia concentra todos os seus esforços em atingir alvos ligados ao transporte ou produção de armamento e de energia. O objectivo é claro e aceitável, tentar que a Rússia deixe de os incomodar, como vem fazendo desde Fevereiro de 2022. Uma guerra que já vai longa demais!
4) Visita de Trump à China
Uns dizem que ele voltou com o rabinho entre as pernas, outros dizem que fez grandes negociatas de interesse mútuo. A Chine exige ser considerada um parceiro de negócios e não um rival, o que se entende do ponto de vista da economia de cada um deles. Há muitos interesses cruzados, seja em matérias primas, em tecnologia ou comércio e serviços. Cada um deles tem algo que quer vender ao outro e são obrigados a "baixar a bolinha" quando isso está em jogo.
Da Guerra do Golfo, assim como da questão de Taywan, pouco ou nada se falou. É assunto que podia causar alguma fricção e prejudicar o resto do programa que o levou lá acompanhado por uma dúzia dos maiores empresários e grandes investidores na área da IA, nos automóveis e nos semicondutores que são, hoje, a mola real de todos os negócios civis ou militares.
5) Guerra do Golfo e preço dos combustíveis
O Estreito de Ormuz continua bloqueado por americanos e iranianos, cada um com as suas desculpas esfarrapadas e nós é que pagamos o pato. O Trump, habitualmente, muito falador, tem estado mudo como um peixe. Diz ele que o Irão está mortinho por um acordo e não tem qualquer capacidade de incomodar as forças americanas que andam por aquelas redondezas, mas eles continuam a disparar contra tudo o que mexe. Os mais atingidos são os pequenos países do Golfo Pérsico, além da Arábia Saudita, onde há bases militares dos EUA.
Também Israel não para e desta vez diz ter eliminado o chefe do Hamas - em algumas notícias que li chama-lhe chefe do ISIS - e mantém o sul do Líbano a ferro e fogo. Este conflito ajuda a agravar o outro que envolve, directamente, o Irão, pondo o mundo inteiro em alerta pela eventual falta de combustíveis que, além de nos mexer no nosso bolso, ameaça a época turística deste anos. Portugal, muito dependente do Turismo, para mal dos nossos pecados, é um dos afectados e teme que muitas reservas vão ao ar por causa da redução de voos já anunciada.
Amanhã, será de esperar uma nova mexida no preço dos combustíveis. Desta vez parece que a preocupação é colocar o preço da gasolina acima do do gasóleo que sempre e em todo o lado foi mais barato. Tem lógica, uma vez que é um produto menos refinado e portanto com menos custos e quebras. Eu que cada vez ando menos de carro - talvez faça uns míseros 200 Kms por mês - achei por bem desfazer-me do meu Opel Astra a gasóleo e comprar um pequeno Mazda a gasolina. Espero ter feito a escolha acertada!
sábado, 16 de maio de 2026
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