A visita de Trump à China, logo seguida da de Putin, fez com que eu tivesse ouvido muita conversa à moda desse país e houve uma coisa que me chamou a atenção, eles falam aos pulinhos que nem um tarrote (é assim que chamam aos pardais, aqui no Minho) que anda à procura de comida!
Cada Língua tem as suas particularidades, umas mais nasaladas, outras mais guturais ou aspiradas, como a inglesa. O russo, por exemplo, faz-me lembrar os portugueses da Beira Alta que falam achim-achim!
Os americanos assassinam o Inglês, tal e qual como os brasileiros fazem ao Português, mas para nós que não nascemos nem vivemos na Inglaterra, a coisa até fica facilitada, é mais fácil perceber o que Trump diz do que tentar adivinhar o que diz um inglês que come metade das palavras!
Desculpem lá esta publicaçãozinha rasca, mas falta-me a inspiração para fazer coisa melhor! E depois, tenho passado tantas noites em claro, esta última foi mais uma, que o cérebro anda meio anestesiado!
As visitas de Putin e Trump à China são um caso de estudo.
ResponderEliminarDetesto as versões linguísticas que se ouvem por aí.
Cumprimentos, caro Tintinaine.
A propósito de línguas: pouco sei do russo mas as línguas orientais - tendo em consideração o número delas - estão sempre incluidas em grupo. Imagino que seja o mesmo que se passa em Moçambique onde embora o português seja a língua oficial há uma enorme diversidade de idiomas que se instalaram nos Bairros Periféricos de LM logo a seguir à debandada 'dos musungo' imposta por Mario Soares. Lembro-me do Macua no Cobué City e do xangana na Avenida Vasco da Gama. Mas há ainda uma outra língua que ecoava na noites da Rua do Crime... o afrikaner!
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